Globo ataca supostos “supersalários” de servidores públicos para financiar Renda Cidadã

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A velha mídia faz tempo que está de olho nos salários dos servidores públicos. Os jornalões, dentre os quais o Globo, querem reduzir os vencimentos dos cerca de 1 milhão de ativos.

A medida, segundo o Globo, se aprovada, tem potencial para abrir espaço no Orçamento da União entre R$ 10 bilhões e R$ 15 bilhões.

O jornalão dos Marinho fez questão de adjetivar com o “supersalários” na manchete, porém, todos nós sabemos, a realidade é bastante distinta do que foi escrito.

A fake news do Globo (alô, fact-checking, acorda!) tem como objetivo gerar uma comoção contra os servidores. A mesma estratégia a velha mídia bolsonarista já usou na aprovação das reformas trabalhista e previdenciária.

Visando tirar direitos dos trabalhadores, na reforma trabalhista, os jornalões juraram que seriam criados 4 milhões de novos empregos; e na reforma da previdência, então, a promessa do Globo que seriam geram 6 milhões de novos postos de trabalho. Ou seja, dessas duas “vigarices” sairiam 10 milhões de empregos. Fake news, como se vê.

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Agora, novamente, o ataque é contra os servidores em específico. O Globo e dos demais veículos de comunicação chapa-branca querem desmontar os serviços essenciais públicos massacrando a linha de frente, que é composta de médicos, professores, cientistas, enfermeiros, etc.

‘Por que tanta maldade assim?’, deve se perguntar o caro leitor. Dinheiro, muito dinheiro.

As empresas de comunicação, no Brasil, há muito abandonaram o jornalismo. Elas, hoje, são grupos de lobbies e de especuladores financeiros. Atuam no mercado principalmente de transferência eletrônica ou, em alguns casos, são controladas por fundos de investimento.

A meta da velha mídia é privatizar para que esses fundos assumam o fornecimento dos serviços públicos essenciais –ganhando muito mais do que ganham os pobres servidores, os bodes expiatórios da vez.

Portanto, lamentamos: isso tudo nada tem a ver com Renda Cidadã.