Eleitor desmascarado será defenestrado da fila de votação, determina resolução do TSE

Deu ruim para os bolsominions e negacionistas da cepa do presidente da República, pois o TSE determinou a retirada dos ‘desmascarados’ à força [até] do local de votação.

A resolução aprovada pelos ministros do TSE em sessão administrativa, na quinta-feira (1º), determina que o eleitor que não usar máscara no local de votação, no primeiro e no segundo turno das eleições deste ano, poderá ser retirado à força, por determinação do juiz eleitoral ou do presidente da mesa de votação.

De acordo com o artigo 245 da resolução 23.361, “o uso de máscara de proteção, cobrindo boca e nariz, é obrigatório nos locais de votação e no interior das seções eleitorais”, emendando na sequência que o presidente da mesa ou o juiz eleitoral poderão “impedir o ingresso ou retirar da seção ou do local de votação qualquer pessoa que descumprir o disposto”.

Clique aqui para ler a íntegra da resolução do TSE.

Fake news: TSE põe a raposa para cuidar do galinheiro

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inovou ao formalizar que a raposa irá entrar no galinheiro para cuidar das penosas.

É sabido por todos os brasileiros que possuem cérebro maior que uma azeitona que as fake news, as mais cabeludas, são disseminadas pela mídia corporativa.

O Blog do Esmael tem anotado aqui que os jornalões deixaram de fazer jornalismo há muito tempo. A notícia trabalha a serviço do mercado e não cumpre função social alguma.

O negócio principal dos barões da mídia agora é especulação financeira, as maquininhas de pagamentos eletrônicos, etc. Vide os casos das Organizações Globo com a “Ton” e a Folha com a “Amarelinha”, também abordados por esta página independente.

Pois bem, o TSE oficializou a “Coalizão para Checagem – Eleições 2020” com as “fact-checking” –as agências de checagem, em português.

O cinismo não tem limites, caro leitor, pois essas “fact-checking” pertencem aos próprios donos dos jornalões que espalham fake news.

Participam do projeto, segundo o TSE:

  • AFP
  • Agência Lupa
  • Aos Fatos
  • Boatos.org
  • Comprova
  • E-Farsas
  • Estadão Verifica
  • Fato ou Fake
  • UOL Confere

Durante a semana, o Blog do Esmael mostrou que as fact-checking, por questões óbvias, não checam as fake news de seus patrocinadores. Nós mostramos o caso do Globo, que foi desmentido pelo Ministério Público sobre as denúncias das “rachadinhas” na Alerj.

O jornal dos Marinho pressionava para que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) fosse denunciado à Justiça, mas o MP-RJ não o fez de deixou O Globo com a brocha na mão. No entanto, as agências de checagem contratadas pelo TSE ficaram silentes sobre o vergonhoso episódio.

O Blog do Esmael já debateu bastante com advogados e profissionais dos ramos da comunicação e pesquisas de opinião o assunto fake news. Acreditar que existe “verdade absoluta” é a mesma coisa que fantasiar a existência de “juiz imparcial” ou “jornalista imparcial”, dentre outras pérolas criadas pelo cartesianismo.

Em 2018, o TSE já fez parceria com as agências de checagem de fatos (fact-cheking) e veja no que deu: o Brasil elegeu um Presidente Fake News!

Para que as agências que nada checam venham dizer que estamos fazendo “boatos” ou “fofocas”, o próprio TSE está em processo de julgamento das fake news na campanha do presidente Jair Bolsonaro. O tribunal está prestes caçar a chapa Bolsonaro-Mourão, eleita em 2018 sob o signo das diabólicas notícias falsas.

As maiores fake news, caro leitor, são produzidas e disseminadas pela mídia corporativa. E mais: elas só ganham impulso nas redes sociais com a providencial ajuda das aplicações de internet (Facebook, Twitter, Instagram, Google, WhatsApp, Telegram, dentre outras).

Eleições 2020: TSE cria canal para denúncia de disparos em massa no WhatsApp

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, nesta semana, um formulário online para receber denúncias de disparos de mensagens em massa por meio do WhatsApp, durante as eleições municipais.

Pela primeira vez, nas eleições deste ano, o disparo de mensagens em massa foi expressamente proibido pela Justiça Eleitoral na norma sobre propaganda eleitoral. Os termos de uso do WhatsApp também não permitem a prática.

As mensagens do tipo em geral são impessoais e costumam trazer conteúdos alarmistas e acusatórios. A Justiça Eleitoral incentiva que o eleitor faça a denúncia se receber mensagens suspeitas provenientes, por exemplo, de contatos desconhecidos ou de vários grupos ao mesmo tempo.

O próprio WhatsApp se comprometeu, junto ao TSE, a investigar as denúncias e inativar contas suspeitas, encaminhando as informações pertinentes às autoridades. Segundo a plataforma, trata-se de “iniciativa inédita no mundo”.

Comportamento inautêntico

O formulário de denúncia faz parte de uma série de medidas anunciadas nesta semana pela Justiça Eleitoral para combater o que chama de “comportamentos inautênticos” relacionado às eleições na internet, em especial nas redes sociais. Um exemplo que costuma ser dado é o uso de robôs e contas falsas para promover artificialmente campanhas de ódio contra candidatos e instituições.

Tais comportamentos são “muitas vezes provenientes de verdadeiras milícias digitais, organizadas hierarquicamente, com financiamento privado e atuação concertada para a difusão de mentiras e ataques às instituições”, disse o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso.

Durante o lançamento do formulário de denúncias, o diretor de políticas públicas para o WhatsApp no Brasil, Dario Durigan, fez um apelo para que também os candidatos denunciem empresas e indivíduos que ofereçam o serviço de disparo de mensagens.

“Sabemos que existem empresas que oferecem serviços ilegais de disparo em massa de mensagens, por isso o WhatsApp solicita aos candidatos que rejeitem essas propostas e façam as devidas comunicações às autoridades constituídas”, disse ele.

Nas eleições presidenciais de 2018, por exemplo, a campanha de Jair Bolsonaro (então no PSL) disparou mensagens em massa no WhatsApp contra o PT e seu candidato, Fernando Haddad. Os disparos foram feitos por meio de sistemas automatizados contratados de empresas.