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Sai pesquisa sobre disputa em Salvador enquanto sondagem de Curitiba permanece censurada

Em Salvador, Bahia, tem pesquisa sim senhor. Em Niterói, no Rio, também tem pesquisa sim senhor. Só Curitiba, a capital do Paraná, ainda não tem porque o último levantamento foi censurado pela Justiça Eleitoral.

De acordo com a Paraná Pesquisas, em dois cenários, a disputa pela prefeitura soteropolitana está no seguinte pé:

Situação Eleitoral – Prefeito(a)
ESTIMULADA – Cenário 1

  • Não sabe 4,6%
  • Nenhum 12,7%
  • Bruno Reis 34,9%
  • Sargento Isidório 15,5%
  • Lídice da Mata 12,9%
  • Olívia Santana 4,5%
  • Major Denice 4,1%
  • João Carlos Bacelar 4,0%
  • Cezar Leite 2,7%
  • Hilton Coelho 2,7%
  • Celsinho Cotrim 0,9%
  • Eleusa Coronel 0,5%

Situação Eleitoral – Prefeito(a)
ESTIMULADA – Cenário 2

  • Não sabe 5,2%
  • Nenhum 14,8%
  • Bruno Reis 38,0%
  • Sargento Isidório 19,5%
  • Olívia Santana 8,7%
  • Major Denice 5,4%
  • Hilton Coelho 4,5%
  • Cezar Leite 3,9%

Em Salvador, a Paraná Pesquisas entrevistou 820 eleitores entre os dias 29 de agosto e 2 de setembro de 2020. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE sob o nº BA-04421/2020.

Já a disputa pela Prefeitura de Niterói, segundo dois cenários do mesmo instituto de pesquisas, está da seguinte forma:

Situação Eleitoral
ESTIMULADA – Cenário 1

  • Não sabe 9,0%
  • Nenhum 23,5%
  • Axel Grael 24,9%
  • Felipe Peixoto 21,6%
  • Bruno Lessa 8,0%
  • Flávio Serafini 6,8%
  • Juliana Benicio 2,3%
  • Antonio Rayol 2,0%
  • Delegado Deuler da Rocha 2,0%

Situação Eleitoral
ESTIMULADA – Cenário 2

  • Não sabe 11,1%
  • Nenhum 27,3%
  • Axel Grael 29,1%
  • Bruno Lessa 13,4%
  • Flávio Serafini 9,1%
  • Juliana Benicio 3,9%
  • Delegado Deuler da Rocha 3,8%
  • Antonio Rayol 2,4%

A Paraná Pesquisas entrevistou 800 eleitores no município de Niterói, Rio, entre os dias 29 de agosto e 2 de setembro de 2020. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o nº RJ – 05322/2020.

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    Na eleição que elegeu Beto Richa (PSDB) ao governo do Paraná, em 2010, todas as pesquisas foram censuradas pelo TRE-PR

    “Laissez faire, laissez aller, laissez passer” é um princípio do liberalismo na economia que em português significa “deixai fazer, deixai ir, deixai passar”. Tal princípio ajudou a fundar outro princípio de primeira geração, a liberdade de expressão, prevista no art. 5º da Constituição Federal do Brasil.

    Pois bem, a 176ª Zona Eleitoral de Curitiba acatou uma representação a Rede Sustentabilidade, partido de Randolfe Rodrigue (REDE-AP) e Marina Silva, pedindo para censurar a primeira sondagem registrada da Paraná Pesquisas sobre a disputa pela Prefeitura da capital paranaense.

    A Rede argumentou, pasme, por não constar “grau de instrução, nível econômico, área física, sistema de controle, verificação, conferência e fiscalização, e a composição da lista de pré-candidatos”.

    Nacionalmente, a Rede tem se posicionado contra a censura e a favor das liberdades democráticas.

    Pela análise das planilhas do instituto em outras capitais, a exemplo do Rio e São Paulo, ninguém pediu a censura dos levantamentos da Paraná Pesquisas.

    O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) tem tradição em censurar as pesquisas de opinião. Na eleição de 2010, os paranaenses foram às cegas votar para o governo do estado. Na época, ganhou Beto Richa (PSDB) e, em 2014, acabou reeleito. O resto da história o leitor já sabe…

    Ô, TRE, deixa fazer, deixa ir, deixa passar.