Rússia anuncia segunda vacina contra Covid-19 desenvolvida na Sibéria

O governo da Rússia trabalha para registrar uma segunda vacina contra a Covid-19 até o dia 15 de outubro, disse a agência de notícias TASS citando o órgão regulador russo de segurança do consumidor Rospotrebnadzor nesta terça-feira (22).

O projeto da nova vacina foi desenvolvido pelo Instituto Vector, da Sibéria, que concluiu o estágio inicial de testes em humanos na semana passada.

A previsão é de que as autoridades do país aprovem ela entre o fim do mês de setembro e o começo de outubro, segundo informou a vice-primeira-ministra russa, Tatiana Golikova.

Rússia começará vacinação em massa no mês de outubro, enquanto conduz testes com novos projetos de vacinas contra o coronavírus.

A Rússia registrou sua primeira candidata a vacina, batizada de Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, de Moscou, em agosto. Os testes em estágio avançado desta candidata com pelo menos 40 mil pessoas estão em andamento.

*Com informações da Reuters

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Trump ataca “vírus chinês” na ONU

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elegeu a China como alvo de seus ataques no discurso da ONU.

“Nos primeiros dias do vírus, a China fechou-se para viagens domésticas, mas permitiu que as pessoas saíssem da China e infectassem o mundo”, afirmou Trump, o segundo a discursar na ONU, após o presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

Trump pediu para que a ONU responsabilize os chineses pela pandemia do novo coronavírus.

“O governo chinês e a Organização Mundial da Saúde, que é controlada pela China, falsamente declararam que não havia evidência de transmissão entre humanos. Depois, afirmaram falsamente que as pessoas sem sintomas não poderiam espalhar a doença. A ONU precisa responsabilizar a China pelas suas ações”, disparou o presidente americano.

Trump comparou os EUA com a China na questão ambiental.

“Os que atacam o bom histórico ambiental dos EUA e ignoram a poluição na China não estão interessados no ambiente. Eles só querem punir os EUA. E eu não vou tolerar isso”, disse, apontando o país asiático como responsável pelo descarte de plástico nos mares.

Donald Trump, no discurso, ainda “puxou a orelha” dos dirigentes da ONU.

“Se a ONU quiser ser uma organização eficiente, precisa focar nos problemas reais do mundo. Isso inclui terrorismo, a opressão de mulheres, trabalho forçado, tráfico de drogas e de pessoas, perseguição religiosa e limpeza étnica de minorias”.

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