Reino Unido registra ‘segunda onda’ de Covid-19

O Reino Unido bateu o recorde diário de infectados em 24 horas, indicando uma segunda onda de Covid-19. Na quinta-feira (24), foram 6.634 registros, de acordo com o Serviço Nacional de Saúde (NHS), o “SUS” da Inglaterra.

O primeiro-ministro da Inglaterra, Boris Johnson, aumentou a escala de risco da pandemia de três para quatro. A escala vai até cinco.

Pubs, bares e restaurantes devem fechar, a partir de agora, até às 22h. Essa é uma parte das novas restrições impostas pelo governo britânico. Casamentos e funerais só poderão acontecer com, no máximo, 15 e 30 pessoas, respectivamente.

Como último recurso, Boris Johnson pode adotar novamente a política de confinamento nacional. Os impactos na economia devem ser sentidos fortemente, caso isso aconteça.

Vale lembrar que a Europa tem visto o número de infectados pelo novo coronavírus diariamente duplicar nas últimas semanas. Portugal, Espanha, Itália, Alemanha e França, ao lado do Reino Unido, estão entre os principais países afetados pela “segunda onda” de Covid-19.

*Com informações de agências internacionais

LEIA TAMBÉM:

Papa Francisco discursa na ONU e alerta para crise ambiental na Amazônia

Bolsonaro passa por cirurgia e apresenta quadro estável, diz boletim médico

Eleições 2020: Porto Alegre terá o primeiro debate eleitoral em formato drive-in

Brasil ruma para 5 milhões de casos e 150 mil mortes por coronavírus

Daqui a uma semana, o Brasil poderá chegar a 5 milhões de casos e, pela média, ultrapassar 150 mil mortes pelo novo coronavírus.

País conta 139.977 óbitos registrados e 4.624.855 diagnósticos de Covid-19. Os dados são desta quarta-feira (23), divulgados pelo Ministério da Saúde.

Desde março, o governo de Jair Bolsonaro tem adotado medidas insuficientes para enfrentar a pandemia.

A degradação econômica dos brasileiros é percebida a olhos nu, porém, com o apoio da mídia corporativa, os índices de aprovação de Bolsonaro saltaram para 40% ante 29% de reprovação.

Quanto as medidas para o enfrentamento da pandemia, o discurso de Bolsonaro na ONU não refletiu a verdade concreta.

O presidente brasileiro tem adotado a linha negacionista para a doença, endeusamento da cloroquina (medicamento não comprovado cientificamente), bem como mentindo sobre ao auxílio emergencial de mil dólares para os mais necessitados. Pelo contrário. No início deste mês, Bolsonaro reduziu a ajuda governamental para R$ 300 por mês até dezembro.

Compartilhe agora