Trump assina ordem para banir TikTok e WeChat dos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na noite de quinta-feira (6) uma ordem executiva que oficializa o banimento da popular rede social TikTok e do serviço de mensagens WeChat -, ambos aplicativos têm origem chinesa.

Segundo o documento, ambos serviços ameaçam “a segurança nacional, política estrangeira e a economia dos Estados Unidos”. A Casa Branca deu um prazo de 45 dias para que os dois aplicativos sejam negociados pelas desenvolvedoras originais. Após o prazo, que termina em 20 de setembro qualquer transação com a ByteDance — que é a desenvolvedora do TikTok — ou a Tencent — responsável pelo WeChat — estão proibidas em território norte-americano.

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, já havia sugerido que os aplicativos chineses poderiam ser banidos no país. É possível que a ordem seja questionada judicialmente pela oposição ou pelas próprias empresas envolvidas. Além disso o documento não detalha que tipo de operação será proibida.

Ação de Trump é um desdobramento do discurso político e da narrativa antichinesa adotada nos últimos meses pela Casa Branca. O mandatário estadunidense acentuou a hostilidade contra a China com a proximidades das eleições presidenciais de novembro.

As gigantes chinesas, alvos do governo dos Estados Unidos, têm participação em diversos negócios e investimentos em empresas norte-americanas.

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Rússia será o primeiro país a registrar uma vacina contra a Covid-19

A vacina, que começou a ser testada em junho, deverá ser registrada já na próxima semana. Quando for lançada, será dada primeiro a “funcionários da saúde e idosos”.

A vacina contra o coronavírus desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamalei, da Rússia, será dada primeiramente a funcionários da saúde e idosos residentes no país, indicou Oleg Gridnev, vice-ministro da Saúde.

“A vacina desenvolvida no Centro Gamalei será registrada em 12 de agosto [quarta-feira]. Neste momento, está sendo realizada a terceira e última etapa, cujos testes são altamente importantes. Devemos entender que a vacina deve ser segura. Os primeiros a serem vacinados serão os funcionários da saúde e os idosos”, afirmou Gridnev aos repórteres em Ufa, cidade nas encostas ocidentais dos montes Urais, na abertura de um centro de oncologia.

Segundo observou, será possível avaliar a eficácia da vacina quando a população obtiver imunidade.

Os testes clínicos da vacina, desenvolvidos pelo Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamalei, começaram na Universidade Sechenov, de Moscou, em 18 de junho.

O estudo, do qual participaram 38 voluntários, confirmou a segurança da vacina. Foi observado que todos os que testaram a vacina desenvolveram imunidade à infecção. O primeiro grupo de voluntários foi dispensado em 15 de julho, e o segundo em 20 de julho.

*Da Agência Sputnik