Putin jura que a Rússia já tem a vacina contra a Covid-19

Compartilhe agora

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou nesta terça-feira (11) que seu país desenvolveu a “primeira” vacina que provoca uma “imunidade duradoura” contra o Coronavírus.

“Esta manhã, pela primeira vez no mundo, foi registrada uma vacina contra o novo coronavírus”, disse Putin. “Sei que é bastante eficaz, que dá uma imunidade duradoura”, completou.

Cientistas de outros países expressaram preocupação com a rapidez da criação de uma vacina deste tipo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu respeito às diretrizes estabelecidas e que a Rússia seguisse “todos os estágios” necessários para desenvolver uma vacina segura.

Putin afirmou inclusive que uma de suas filhas foi inoculada com a vacina. A verdade é que a corrida pela vacina contra a Covid-19 trouxe de volta uma espécie de guerra fria dando caráter político para o medicamento.

China, Inglaterra, Estados Unidos e Rússia estão na linha de frente dessa disputa. A Rússia chegou a ser acusada de usar hackers de computador para roubar dados de pesquisas de outros países.

Independente dessa disputa, a torcida é para que essa vacina funcione bem como as outras todas desenvolvidas, para que a humanidade possa virar essa página triste o mais rápido possível.

Com informações do Estado de Minas.

Covid-19: Brasil tem 3,05 milhões de casos e 101,7 mil mortes

Desde o início da pandemia, o Brasil acumula 3.057.470 casos de covid-19, conforme balanço diário divulgado hoje (10) pelo Ministério da Saúde. Desde ontem, foram 22.048 novos casos informados pelas secretarias de saúde. Ontem(9), o painel apresentava 3.035.422 pessoas infectadas desde o início da contagem.

O número de mortes chegou a 101.752. Há ainda 3.569 óbitos em investigação. Nas últimas 24 horas, foram registrados 703 óbitos, o sistema do Ministério da Saúde marcava 101.049 falecimentos.

Atualmente, 791.096 pacientes com covid-19 estão em acompanhamento. Já a quantidade de pessoas recuperadas chega a 2.163.812.

Os números diários de casos e mortes são menores aos domingos e segundas em função da dificuldade de pessoal para alimentação dos bancos de dados durante os fins de semana. Já na terça-feira, em geral, há mais casos pois o balanço diário traz o acúmulo dos casos registrados nos dias anteriores.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,3%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 48,4. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1454,9.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes em função da covid-19 são: São Paulo (25.151), Rio de Janeiro (14.108), Ceará (7.979), Pernambuco (6.970) e Pará (5.893). As Unidades da Federação com menos óbitos foram Tocantins (461), Mato Grosso do Sul (523), Roraima (547), Acre (562), Amapá (603).

LEIA TAMBÉM

Sem máscara, Bolsonaro recebe presidente da Paraná Pesquisas [também sem máscara]

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido e sem máscara) no Palácio da Alvorada, neste sábado (8), o presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, também sem máscara.

Os dois estavam sem máscaras porque o mandatário disse que estava com o estoque cheio de Cloroquina e injeção de ozônio, aquele sistema promovido pelo prefeito de Itajaí (SC).

Hidalgo virou um dos principais conselheiros e estrategistas de Bolsonaro, quando o assunto é tendência de opinião. O moço de Curitiba desbancou institutos como Ibope e Datafolha.

A Paraná Pesquisas é o instituto preferido de Jair Bolsonaro.

Nos últimos levantamentos, o instituto mostrou que Bolsonaro está na frente em todos os cenários para a reeleição de 2022.

No fim de semana, Murilo Hidalgo levou pessoalmente mais uma rodada de bons números para o presidente da República.

A Paraná Pesquisas sugeriu três eixos para Bolsonaro: 1- falar menos, 2- viajar mais e 3- prorrogar o auxílio emergencial de R$ 600.

Embora Jair Bolsonaro utilize a ajuda de R$ 600 para abrir portas no Nordeste brasileiro, o auxílio emergencial foi uma criação da oposição no Congresso Nacional cujo maior mérito é do PT da deputada Gleisi Hoffmann e do líder Enio Verri, ambos paranaenses.