[Vídeo] Paraná Pesquisas explica crescimento na aprovação de Jair Bolsonaro

O presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, vai explicar nesta sexta-feira (14) o “fenômeno” do crescimento na aprovação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O dono do instituto de pesquisas será entrevistado pelo Blog do Esmael. A atração começa ao vivo às 19 horas.

A Paraná Pesquisas foi o primeiro instituto a levar as “boas novas” para Bolsonaro. No último sábado (8), no Palácio da Alvorada, Murilo Hidalgo levou ao presidente da República os gráficos de sua aprovação, bem como o cruzamento de cenários possíveis para a eleição de 2022.

No dia de hoje, o Datafolha corroborou os números divulgados pela Paraná Pesquisas há 20 dias —publicados aqui nesta página.

Sobre a Paraná Pesquisas

O Paraná Pesquisas, presidido pelo administrador Murilo Hidalgo, de Curitiba, é o instituto preferido de Jair Bolsonaro.

A empresa está entre as maiores do ramo no país.

Sobre a entrevista ao vivo

A entrevista com Murilo Hidalgo, presidente da Paraná Pesquisas, será ao vivo na TV Esmael e será transmitida em todas as redes do Blog do Esmael –inclusive aqui nesta página. A atração começará às 19 horas. Acione o lembrete.

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Jair Renan, filho 04 de Bolsonaro, está com Covid-19

O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Jair Renan, está com Covid-19. A informação foi publicada nesta sexta-feira (14) pelo jornal O Globo.

Jair Renan, a quem o presidente chama de 04, está com sintomas leves da doença, como perda de olfato.

Na família, já pegaram o novo coronavírus o presidente Bolsonaro, a primeira-dama Michelle Bolsonaro e Heloisa Bolsonaro, esposa do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Em abril, Jair Renan fez piada com a doença e disse que preferia “morrer transando que tossindo”. A declaração foi feita no Twitch, um site de streaming focado na transmissão de videogames. Ele teve sua conta suspensa da plataforma por “violar políticas de conduta de ódio”.

Bolsonaro só mantém a aprovação nas pesquisas se ‘furar o teto’ de gastos

A aprovação do governo Jair Bolsonaro (sem partido) acendeu a luz vermelha no comitê central do setor financeiro e da mídia brasileira. Esses dois últimos são aliados na disputa pelo Orçamento da União. Eis a contradição com o mandatário, que, com a popularidade alta, almeja manter os índices e isso implicar em ‘furar o teto’ de gastos. Eis a questão.

A ida do Centrão para o governo é prova inequívoca de que Bolsonaro irá não só furar o teto, mas também as paredes e o chão.

Basta o leitor lembrar que esse grupo fisiológico, o Centrão, existente desde a Assembleia Constituinte de 1986, ele sempre teve uma fome por cargos e orçamento, portanto representa uma ameaça concreta os interesses cruzados dos barões da mídia com os banqueiros e especuladores.

Apesar de jurar na live semanal na noite desta quinta que não irá ‘furar o teto’, Jair Bolsonaro é tão volátil quanto um bipolar. Ao mesmo tempo que reafirmou fidelidade aos bancos e à TV Globo, o presidente indicou que pode sim furar o teto de gastos.

Não furar teto de gastos em plena pandemia do novo coronavírus, num quadro de desemprego recorde e de depressão econômica, é o mesmo que cometer suicídio político para proteger os interesses financeiros de uma diminuta casta em detrimento da maioria da população. O teto de gastos significa engessar o governo e ferrar os mais pobres.

“O pessoal vem como se tivesse tudo articulado para dar um grande golpe, furar o teto como se alguém estivesse desviando dinheiro. A intenção é de arranjar a mais, em média, R$ 20 bilhões. É água no Nordeste, é saneamento, é revitalização de rios, é Minha Casa Minha Vida”, afirmou Bolsonaro na live de ontem (13).

“A ideia de furar o teto existe, o pessoal debate, qual é o problema? Na pandemia, temos a PEC de Guerra, nós já furamos o teto em mais ou menos R$ 700 bilhões. Dá para furar mais R$ 20 bilhões? Se a justificativa for para o vírus, sem problema nenhum. ‘Ah, nós entendemos que água é para essa mesma finalidade’. E a gente pergunta: ‘E daí? Já gastamos R$ 700 bilhões, vamos gastar mais R$ 20 bi ou não?’”, engrossou Bolsonaro durante a transmissão online.

A Emenda Constitucional nº 95 foi aprovada em 2016. Ela ficou conhecida como PEC do Teto de Gastos, que congelou investimentos para os próximos 20 anos.

Jair Bolsonaro, Globo, bancos e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Davi Alcolumbre (DEM-AP), sabem que é impossível sustentar a Agenda Guedes –o programa neoliberal que não deu certo em nenhuma outra parte do planeta.

O presidente Jair Bolsonaro planeja aumentar o número de beneficiários de programas sociais e, por meio do Renda Brasil, a ser criado ainda, destinar mensalmente R$ 500 para cada família até 2022. Para isso, o mandatário terá de mexer no Orçamento e criar o novo imposto sobre pagamentos e transações eletrônicos –a nova “CPMF”.

São as contradições do poder, caro leitor. São desacertos na casa grande, portanto.