Lei Aldir Blanc: Artistas e profissionais ainda esperam liberação dos recursos

A Lei Aldir Blanc, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no mês de junho, ainda depende da assinatura do chefe do executivo para a liberação dos recuros para os artistas e profissionais do setor – que foram bastante afetados econômicamente pela pandemia do novo coronavírus.

A Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc está em análise na Secretaria-Geral da Presidência da República. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo, a expectativa é que Bolsonaro assine o documento ainda nesta semana, permitindo que os recursos da ordem de R$ 3 bilhões sejam liberados aos estados e Distrito Federal nos próximos dias.

Na semana passada a expectativa era de que até esta segunda-feira (10) o repasse fosse liberado. Enquanto isso, milhares pessoas que trabalham no setor artístico esperam a liberação do dinheiro para minorar as perdas econômicas decorrentes dos efeitos da pandemia de Covid-19.

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O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) afirmou ao Ministério Público do Rio (MP-RJ) que não se lembra de ter pago em dinheiro pela compra de dois apartamentos no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 2011.

A afirmação revelada pelo O Globo foi em depoimento na investigação das “rachadinhas”; no escândalo que envolve o ex-assessor Fabrício Queiroz.

“Que eu me recorde, não”, afirmou. “Se eu não me engano, foi por transferência bancária esse sinal. Cheques. E, no dia, eu paguei as duas salas junto com a minha esposa no próprio cartório”.

Os promotores do caso descobriram que, no mesmo dia da compra foi registrada por R$ 310 mil, o vendedor efetuou um depósito de R$ 638 mil em dinheiro vivo em um banco que fica a uma rua do cartório onde foi lavrada a escritura.

A suspeita é que a venda foi registrada abaixo dos valores negociados, e o pagamento em espécie foi feito no momento da escritura e com dinheiro oriundo do esquema das rachadinhas.

*Com informações do Globo