Joice Hasselmann pede apoio de Bolsonaro em entrevista para Datena

Em entrevista ao programa “Brasil Urgente”, apresentado por José Luiz Datena na Band, a pré-candidata à prefeitura de São Paulo, Joice Hasselmann (PSL), pediu o apoio do presidente Jair Bolsonaro. Datena não segurou o riso e a reação viralizou nas redes sociais.

“Se o presidente quiser, junto com o seu pessoal, apoiar, ficar neutro, ou pelo menos entender que pro caso dele eu sou a melhor opção… para o Jair Bolsonaro, eu sou a melhor opção. Eu não sou do PSDB, não sou petista, não sou do centrão. Eu sou a Joice da direita nacional desde sempre”, pediu a pré-candidata.

Joice afirmou ainda ser a melhor opção para Bolsonaro apoiar em São Paulo, e relembrou que sempre apoiou o presidente, apesar de problemas com ele e seus filhos.
“Então, mesmo com as pendengas que eu tive com o presidente, se ele olhar pro quadro inteiro, a melhor candidata pra ele sou eu. E se ele quiser me apoiar, ou pelo menos não usar de nenhum artifício sujo pra me atacar, eu vou receber de muito bom grado. Eu acho que o presidente da República tem que…. olha, eu nem sei se é exatamente ele, sabe Datena? Ou se são os filhos. Mas ele tem que fazer um tratamento freudiano e me esquecer um pouco, me deixa trabalhar. Eu sempre só ajudei, ajudei o Brasil, o presidente, a cidade, o governador.”, disse.

As declarações de Joice provocaram a risada de Datena ao vivo durante o programa.

Nas rede sociais, os bolsonaristas aproveitaram a oportunidade para provocar Joice com uma chuva de memes e piadas.

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Crescem os indícios de lavagem de dinheiro em loja de Flávio Bolsonaro

A loja de chocolates do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) localizada no Rio de Janeiro recebeu sucessivos depósitos em dinheiro vivo, com valores repetidos, o que aumenta a suspeita de que o comércio serviu para lavagem de dinheiro.

Entre março de 2015 e dezembro de 2018, a loja de chocolates recebeu 1.512 depósitos em dinheiro. Foram 63 depósitos de R$ 1,5 mil, 63 de R$ 2 mil e 74 de R$ 3 mil. Dos depósitos no valor de R$ 3 mil, 12 foram na boca do caixa e 62 no terminal de autoatendimento.

Na época, qualquer deposito acima de R$ 10 mil tinha que ser notificado às autoridades de controle financeiro que investigam lavagem de dinheiro. Ao fazer depósitos fracionados, a loja escapava dessa fiscalização, o que reforçam as suspeitas.

As informações foram divulgadas pelo Jornal Nacional da Rede Globo, que teve acesso aos extratos bancários da quebra de sigilo da loja de chocolates.

Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, esses depósitos eram desproporcionais ao faturamento da loja.

Também vale lembrar que a conta pessoal de Flávio recebeu 48 depósitos em dinheiro vivo entre junho e julho de 2017, quando ele era deputado estadual. Os depósitos tinham sempre o mesmo valor, R$ 2 mil, e foram todos feitos no autoatendimento da agência bancária da Assembleia Legislativa do Rio.

Ou seja, é muito dinheiro. Suspeita-se os valores sejam oriundos da famigerada “rachadinha”… Mas, haja funcionário fantasma para devolver tanta grana.

*Com informações do G1.