Crusoé: revista de “Moro” ataca Bolsonaro

A revista Crusoé, da turma do Antagonista, procura envolver o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Lava Jato. A capa desta sexta-feira (21) aponta nesse rumo.

O Blog do Esmael já anotou nesta quinta (20) a tentativa de a publicação de extrema direita em puxar o governo Bolsonaro para o olho do furacão de investigações policiais.

Esse papo de corrupção é nítido de movimento que não tem nada que propor ao país. É uma retórica criada pelo estrategista Steve Bannon, preso ontem nos Estados Unidos por fraude e lavagem de dinheiro (sic).

A publicação grita na capa que há “Ligações Perigosas” entre Bolsonaro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, e o advogado Frederick Wassef.

“Como o presidente Jair Bolsonaro, Augusto Aras e o advogado Frederick Wassef se envolveram em uma operação de bastidores em favor da JBS, que pagou 9 milhões de reais ao advogado do presidente”, diz a chamada da Crusoé.

Se o Brasil cair nas mãos dessa turma que quebrou a economia e gerou quase 80 milhões de desempregos, seria melhor entregar as chaves da “Pátria Amada” diretamente para os EUA.

Quanto à revista Crusoé e Antagonista, são os últimos bunkers que restaram para o ex-juiz Sérgio Moro tentar a sorte em 2022, porém com audiências cada vez menores.

Fac-símile de capas da revista Crusoé, uma publicação a serviço da campanha de Sérgio Moro em 2022.

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Crescem os indícios de lavagem de dinheiro em loja de Flávio Bolsonaro

loja de chocolates do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) localizada no Rio de Janeiro recebeu sucessivos depósitos em dinheiro vivo, com valores repetidos, o que aumenta a suspeita de que o comércio serviu para lavagem de dinheiro.

Entre março de 2015 e dezembro de 2018, a loja de chocolates recebeu 1.512 depósitos em dinheiro. Foram 63 depósitos de R$ 1,5 mil, 63 de R$ 2 mil e 74 de R$ 3 mil. Dos depósitos no valor de R$ 3 mil, 12 foram na boca do caixa e 62 no terminal de autoatendimento.

Na época, qualquer deposito acima de R$ 10 mil tinha que ser notificado às autoridades de controle financeiro que investigam lavagem de dinheiro. Ao fazer depósitos fracionados, a loja escapava dessa fiscalização, o que reforçam as suspeitas.

As informações foram divulgadas pelo Jornal Nacional da Rede Globo, que teve acesso aos extratos bancários da quebra de sigilo da loja de chocolates.

Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, esses depósitos eram desproporcionais ao faturamento da loja.

Também vale lembrar que a conta pessoal de Flávio recebeu 48 depósitos em dinheiro vivo entre junho e julho de 2017, quando ele era deputado estadual. Os depósitos tinham sempre o mesmo valor, R$ 2 mil, e foram todos feitos no autoatendimento da agência bancária da Assembleia Legislativa do Rio.

Ou seja, é muito dinheiro. Suspeita-se os valores sejam oriundos da famigerada “rachadinha”… Mas, haja funcionário fantasma para devolver tanta grana.

Com informações do G1.

Steve Bannon é solto e paga fiança de US$ 5 milhões

Steve Bannon, estrategista e ex-assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, preso nesta quinta-feira (20), por participação em um esquema de fraude envolvendo doações para a construção de um muro na fronteira com o México, foi solto em Nova York após pagar uma fiança milionária.

Segundo determinado pelo juiz Stewart D. Aaron, da Justiça Federal de Nova York, a fiança tem um valor total de US$ 5 milhões (cerca de R$ 27,8 milhões) a serem pagos até o dia 3 de setembro. Para ser liberado imediatamente, Bannon precisa garantir US$ 1,75 milhão (cerca de R$ 10 milhões) em dinheiro ou propriedades.

O ex-conselheiro de Trump, que foi um dos coordenadores da campanha presidencial de 2016 e trabalhou na Casa Branca até agosto de 2017, se declarou inocente das acusações de fraude e vai aguardar o julgamento em liberdade, mas não poderá deixar o país ou usar jatos ou barcos particulares sem autorização.

Bannon e outros três sócios foram detidos na manhã desta quinta-feira, acusados de desviar dinheiro de uma campanha que arrecadava recursos para a construção de um muro na fronteira dos EUA com o México, uma das principais promessas de campanha de Trump.

A acusação afirma que o ex-assessor de Trump transferiu pelo menos US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,56) para um laranja para o pagamento de despesas pessoais. Ele foi preso em um iate particular que estava ancorado no litoral do estado de Connecticut.