Mesmo usando máscara, Trump fica 8 pontos atrás de Biden na disputa presidencial dos EUA

O presidente Donald Trump sucumbiu esta semana ao usou de máscara com o objetivo de seduzir o eleitorado americano, mas, segundo nova pesquisa Reuters/Ipsos, divulgada nesta quarta-feira (22), o republicano está com 8 pontos de desvantagem em relação ao adversário democrata Joe Biden.

De acordo com a sondagem, 46% dos eleitores registrados apoiariam o ex-vice-presidente na eleição de 3 de novembro e que 38% votariam no republicano Trump. Os 16% restantes estão indecisos, planejam apoiar um candidato de um terceiro partido ou podem não votar.

Tanto a campanha de Biden quanto a de Trump vêm dedicando grande parte de seu tempo a cortejar os 16% dos eleitores indecisos, potencialmente influenciáveis, que poderiam levar uma eleição acirrada para qualquer um dos lados.

A derrota no horizonte de Trump me trouxe à memória uma entrevista/reportagem na revista britânica The Economist, de dezembro de 2019. Nela, o editor Tom Standage, entrevista um programa de inteligência artificial chamado GPT-2, em São Francisco, na Califórnia, sobre o resultado das eleições americanas vou reproduzir abaixo a pergunta e a resposta:

P: Você acha que Donald Trump ganhará um segundo mandato?
A: Eu acho que ele não vai ganhar um segundo mandato. Eu acho que ele será derrotado nas eleições gerais.

Segundo o levantamento publicado hoje, os indecisos são mais propícios a votar em Biden. Eles estão classificados entre os que não aprovam Trump, apoiam Biden, estão preocupados com o novo coronavírus e buscam um candidato que consiga recuperar a economia dos Estados Unidos.

A pesquisa Reuters/Ipsos foi realizada pela internet entre os dias 15 e 21 de julho com 4.430 adultos, incluindo 3.744 eleitores registrados e 595 eleitores registrados que não apoiaram um candidato de um grande partido, e tem margem de erro de cerca de dois pontos percentuais para o grupo como um todo e de cinco pontos percentuais para eleitores indecisos ou que apoiam um terceiro partido.

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Bolsonaro precisa se cuidar, um presidente da República já morreu numa pandemia

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) testou positivo pela terceira vez para Covid-19. Essa informação traz à memória o caso de Rodrigues Alves, o mandatário brasileiro que morreu em 1919 numa pandemia.

O então presidente Rodrigues Alves contraiu a gripe espanhola, que assolava o país no período, e morreu no dia 16 de janeiro de 1919. Ele havia sido reeleito, mas não teve tempo para iniciar o segundo mandato.

“O presidente Jair Bolsonaro segue em boa evolução de saúde, sendo acompanhado pela equipe médica da Presidência da República. O teste realizado pelo presidente no dia de ontem, 21, apresentou resultado positivo”, comunicou o Palácio do Planalto.

Diferente do colunista da Folha, Helio Schwartsman, que disse torcer pela morte do presidente Bolsonaro. Eu torço para Bolsonaro viva para pagar pelo genocídio em curso.

Além do presidente Bolsonaro, também torço pela saúde do ministro da Economia, Paulo Guedes, bem como dos presidentes da Câmara e do Senado.

Esses senhores, a serviço da banca financeira, estão conduzindo o “rebanho” para o abatedouro.

O ex-prefeito Fernando Haddad (PT), dia desses advertiu sobre o fato de Bolsonaro tomar vermífugo para combater o coronavírus: “Isso pode matá-lo”.

O presidente Jair Bolsonaro, negacionista militante, tem receitado a cloroquina para enfrentar a pandemia.

Segundo a OMS, esses medicamentos exóticos têm levado muita gente para o caixão.

Eu torço pela saúde de Bolsonaro e dos asseclas do mercado financeiro.