Carluxo pode fugir para os Estados Unidos após queda do gabinete do ódio, alerta jornal

O Estadão alerta as autoridades brasileiras que o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o Carluxo, pode empreender fuga para os Estados Unidos –a exemplo do ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Segundo reportagem do jornalão paulistano, Carluxo avalia se mudar para EUA ou Brasília após cerco ao gabinete do ódio.

Nesta quinta-feira (9), o Facebook cancelou contas usadas que eram usadas por aliados e membros do governo para atacar adversários e autoridades. O aplicativo removeu 73 contas falsas ligadas ao presidente, a seus filhos e aliados.

De acordo com o Estadão, a ofensiva contra o “gabinete do ódio” obrigou a ala ideológica do governo a rever a estratégia de atuação para sobreviver e voltar a influenciar nas decisões do Palácio do Planalto.

Para a publicação, diante do cerco imposto por inquéritos do Supremo Tribunal Federal (STF) e, mais recentemente, pela punição do próprio Facebook, o presidente Jair Bolsonaro tem se distanciado dos bolsonaristas mais radicais em uma tentativa de “pacificar para governar”.

O movimento, ressalta o Estadão, desagrada ao filho mais próximo do presidente, Carluxo, que nesta quinta-feira, 9, expôs a contrariedade no Twitter.

Na avaliação o jornal, Carluxo teria dado pista de que planeja fugir do país com um “novo movimento pessoal”. “Aos poucos vou me retirando do que sempre defendi. Creio que possa ter chegado o momento de um novo movimento pessoal. Estou cagando para esse lixo de fake news e demais narrativas. Precisamos viver e nos respeitar”, tuitou o filho do presidente da República.

O Estadão destaca que Carlos Bolsonaro estaria decidido a não concorrer à reeleição para vereador no Rio. “E, ao mesmo tempo, estuda a possibilidade de morar no Texas, nos EUA, onde tem amigos”, diz o texto.

“Carlos também não descarta a possibilidade de viver em Brasília para ficar mais perto do pai, embora as recentes divergências sobre os rumos do governo o obriguem a se afastar do Planalto”, completa o jornal.

LEIA TAMBÉM