[Ao vivo] OAB debate cassação da chapa Bolsonaro e Mourão com presidente do TSE

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE, vai debater com membros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) as fake news, caixa dois e corrupção nas eleições. O Blog do Esmael vai transmitir ao vivo às 18h.

O inquérito das fake news aberto no Supremo Tribunal Federal (STF), corte da qual Borroso também integra, e o julgamento da cassação da chapa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do vice Hamilton Mourão (PRTB), inevitavelmente, também serão abordados na discussão desta noite.

As redes sociais já se anteciparam e a hashtag #CassaAChapaTSEJa [cassa a chapa TSE, já] é um dos assuntos mais comentados no Twitter.

Além do ministro Barroso, o debate de logo mais contará ainda com as participações de Felipe Santa Cruz, presidente da OAB; Eduardo Daminan, (Presidente da Comissão Especial de Direito Eleitoral da OAB Nacional); e Juliano Breda, presidente da Comissão Especial de Garantia do Direito de Defesa da OAB/Nacional.

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    Pesquisa aponta Sérgio Moro como principal adversário de Bolsonaro em 2022

    Pesquisa da Quaest Consultoria mostra que o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro é hoje o principal adversário do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na corrida presidencial de 2022.

    De acordo com o levantamento, feito entre os dias 14 e 17 de junho, com 1000 entrevistados distribuídos pelas 27 unidades da federação, Moro aparece com 19% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tem 22%.

    O ex-ministro supera seu antigo chefe em alguns segmentos, como entre pessoas com mais de 60 anos (24% a 22%) e com renda mensal superior a cinco salários mínimos (24% a 15%). Moro também está à frente de Bolsonaro nas regiões sudeste (24% a 21%) e sul (20% a 18%).

    Na terceira e na quarta colocações, estão nomes da esquerda. Derrotado no segundo turno em 2018, Fernando Haddad, do PT, tem 13%. Já Ciro Gomes, do PDT, registra 12%. Em quinto e sexto lugares aparecem o apresentador Luciano Huck (5%) e Guilherme Boulos (3%), do Psol. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), registra apenas 2%. 23% dos ouvidos pela pesquisa dizem não ter candidato.

    A Quaest terminou o levantamento um dia antes da prisão de Fabrício Queiroz, miliciano e operador de um esquema de “rachadinha” no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Não mediu, portanto, o impacto dessa notícia.

    Já os efeitos da pandemia de Covid-19, que já matou mais de 50 000 pessoas no Brasil, foi devidamente registrado. Os dados não são nada bons para Bolsonaro, que desdenhou da doença. De acordo com a pesquisa, a desaprovação ao trabalho do presidente no combate ao novo coronavírus subiu de 47%, em abril, para 59%, em junho.

    Entre os que votaram em Bolsonaro em 2018, cresceu de 19% para 31% os brasileiros que rejeitam a forma como o presidente conduz a crise.

    A sondagem também mostra que o auxílio emergencial não melhorou a imagem de Bolsonaro. Entre os brasileiros que associam o benefício ao presidente, 37% avaliam mal a forma como ele enfrenta a pandemia de coronavírus e 35% avaliam bem. Para os entrevistados, o Congresso (50%), e não o presidente (37%), é o principal responsável pelo auxilio emergencial.

    Com informações da Veja.