Mãe Zambelli “prevê” que Doria será o próximo alvo da Polícia Federal

A deputada bolsonarista Carla Zambelli (PSL-SP) continua dando mostras de que tem informações privilegiadas da Polícia Federal. Ela previu que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) será o próximo alvo da Polícia Federal.

Os governadores do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e do Pará, Helder Barbalho já foram alvos de operações da PF. Carla havia adiantado que isso iria acontecer.

Hoje, após a operação contra Barbalho, Zambelli postou no Twitter: “Mãe Zambelli acerta mais uma vez. Prevejo ações da PF em. outros estados, como SP, por exemplo.”

O governador João Doria reagiu com firmeza e rechaçou as insinuações. Ele disse que a Polícia Federal não pode se tornar uma polícia política. A declaração foi durante a coletiva do governo sobre a pandemia de Coronavírus.

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Helder Barbalho é alvo de operação da Polícia Federal sobre compras de respiradores

O Governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), é um dos alvos da operação Bellum que busca apurar suspeitas de fraudes na compra de respiradores hospitalares para pacientes da Covid-19.

A Polícia Federal cumpre nesta quarta-feira (10) 23 mandados de busca e apreensão no Pará e em mais seis estados. Segundo o G1-Pará, as buscas foram realizadas nas residências dos investigados, em empresas e, também, no palácio dos despachos, do governo, e nas secretarias de estado de saúde, fazenda e casa civil do estado do Pará.

Barbalho é o segundo governador alvo de operação da PF para apurar possíveis fraudes nos gastos com a pandemia. O primeiro foi Wilson Witzel (PSC-RJ), que agora vai enfrentar processo de impeachment.

Segundo a Polícia Federal, a compra dos respiradores custou mais de R$ 50 milhões e os aparelhos não servem para o tratamento da Covid-19.

Se for comprovado que houve fraude, o governador deve ser punido de forma exemplar, pois roubar dinheiro público em tempos de pandemia é muito cruel. Mas fica a pergunta: essa era mais uma das operações que a deputada Carla Zambelli (PSL) adiantou?

Com informações do G1-Pará

Rio: Assembleia acata pedido de impeachment do governador Witzel

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), decidiu acatar nesta semana um dos 11 pedidos de impeachment contra o governador Wilson Witzel (PSC).

Com a abertura do processo de impeachment, Ceciliano terá que criar uma comissão formada por integrantes dos 29 partidos que têm representantes na Alerj. A partir daí, começará a investigação, e Witzel será ouvido.

Ao ouvir o governador, a comissão formulará um relatório, que será submetido ao plenário da Alerj. Basta que 36 dos 70 deputados aprovem o relatório para que o processo ganhe sua parte final.

Se o relatório for aprovado, Witzel é afastado e uma nova comissão é criada, formada por cinco deputados estaduais e cinco desembargadores sorteados do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Essa comissão será presidida pelo presidente do TJ-RJ. Caberá a essa comissão julgar o governador e definir de Witzel sofrerá ou não impeachment.

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Witzel tem uma base frágil na Alerj. Seu partido, o PSC, tem apenas quatro dos 70 deputados estaduais. No geral, apenas cinco são considerados governistas. O restante compõe a oposição (26) ou não tem linha de atuação definida (39).

No fim de maio, o governador do Rio foi alvo da Operação Placebo, da Polícia Federal, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que apura irregularidades em contratos na saúde pública do Rio durante a pandemia do novo coronavírus. Seu governo também teve suas contas de 2019 recusadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ).

A defesa de Witzel afirmou ao STJ que não há indícios de crimes cometidos por ele e que a narrativa do Ministério Público Federal (MPF) “se baseia em frágeis ilações e suposições”.

Fonte: CNN-Brasil.

Brasil tem mais 1.272 óbitos e 739.503 casos de Coronavírus em 09/06

O ministério da Saúde acabou de atualizar o Painel Coronavírus às 18h45min desta terça-feira (9). E, após decisão do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal, os números da Covid-19 voltaram a ser totalizados conforme o procedimento que vinha sendo feito até semana passada.

Confira os principais números da pandemia:

  • 1.272 mortes registradas nas últimas 24 horas;
  • 38.406 mortes desde o início da pandemia;
  • 32.091 novos casos registrados nas últimas 24 horas;
  • 739.503  total de casos desde o início da pandemia;
  • 311.064 casos recuperados;
  • 390.033 em acompanhamento.

Depois que o governo Bolsonaro tentou espancar os números, ficou difícil confiar nesses dados. Além do mais, sabe-se que há muita subnotificação por falta de testes. Mesmo assim, são números cada vez mais assustadores.

As informações são do Painel Coronavírus.

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Bolsonaro ‘some’ com 857 cadáveres da Covid-19, acusa o PT

O PT acusa o governo de Jair Bolsonaro de ‘sumir’ com 857 cadáveres, depois de manipular dados sobre a Covid-19.

Segundo o partido, o Ministério da Saúde alterou os registros sobre pandemia em boletins epidemiológicos para esconder a realidade por determinação de Bolsonaro.

O PT cobra transparência e, de acordo com a agremiação, o Brasil virou alvo de críticas na comunidade internacional e na mídia estrangeira.

“Só faltava essa, melhorar resultados escondendo os números. Foi para isso que os militares assumiram o Ministério da Saúde?”, questionou a presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR). “O desespero de Bolsonaro, por não ter enfrentado a crise como deveria, está evidente”.

Nesta segunda-feira (8) à noite, o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que o governo volte a divulgar os dados completos da Covid-19 e o Ministério da Saúde informou que publicará o balanço diário às 18h30. Ele atendeu a ações impetradas pela Rede Sustentabilidade, PSOL e PCdoB.

Alvo de críticas, o ministro da Saúde geral Eduardo Pauzello recebeu manifestações de desagravo hoje (9) pela manhã na reunião ministerial.

Bolsonaro e os principais ministros do governo elogiaram o “desempenho” do militar e compararam a atuação do interino na Saúde à condução do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta à frente da pasta.

Pazuello é ministro interino desde a demissão de Nelson Teich, há 25 dias.

Para agravar o caos na Saúde, a velha mídia também lançou sua ‘apuração paralela’ do número de mortos e casos de Covid-19 no País. A sociedade brasileira, coitada, está mais perdida que seminarista em dia dos namorados.

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A imprensa não é muito confiável para divulgar dados paralelos da Covid-19

A velha mídia anuncia que formou um consórcio com Globo, Extra, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, G1 e UOL para divulgar dados paralelos da Covid-19.

‘Quem não te conhece, que te compre’, diz um antigo ditado popular. Até virou música sertaneja, tipo sofrência.

Os jornalões são menos confiáveis que o Ministério da Saúde, apesar do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e suas tresloucadas manifestações acerca do novo coronavírus, da cloroquina e a campanha pelo fim do isolamento social no País.

As razões para não acreditar na mídia corporativa são históricas, vêm desde o golpe de 1964, quando parte dela apoiou a interrupção da democracia por longos 24 anos.

Recentemente, em 2016, ela participou ativamente no golpe que derrubou Dilma Rousseff; disseminou fake news em conluio com a Lava Jato e o ex-juiz Sérgio Moro –um falso herói; gerou notícias inverídicas que levaram o ex-presidente Lula à prisão política, e, consequentemente, a eleição de Bolsonaro.

Os barões da mídia brasileira sempre se colocaram contra seu povo e seu País; nunca estiveram preocupados com um projeto de desenvolvimento nacional soberano, sempre agiram como vira-latas do estrangeiro e tal. Não é agora que irão se redimir.

A mídia e governo Bolsonaro sofrem uma crise de confiança jamais vista antes. Nenhum deles é confiável. Todos eles são produtores de fake news com o objetivo de manipular a população.

Até agora, Bolsonaro e velha mídia não discutiram um projeto sério de recuperação do Brasil no pós-pandemia de Covid-19. Virou uma encrenca pessoal, que não interessa à nação.

O tal consórcio midiático sempre existiu para tungar os direitos dos trabalhadores brasileiros. Não há nenhuma novidade nessa união antipovo. Eles se juntam sempre quando têm seus privilégios em jogo.

Dito isso, o “consórcio de veículos de imprensa” mais confunde o pacato cidadão do que esclarece.

A crise, caro leitor, não é pela falta de informações. É de confiança. Nenhum deles [presidente e jornalões] possui esse quesito fundamental.

É preferível [ainda] os dados oficiais, pois os servidores públicos do Ministério da Saúde são mais confiáveis devido ao seu altruísmo.

Bolsonaro só existe por causa da mídia e das fake news. Eles se merecem e vivem sob o mesmo signo, a desconfiança.