Brasil ultrapassa os 850 mil casos de Covid-19 em 14/06

O Brasil vai se aproximando rapidamente do patamar de um milhão de casos confirmados da Covid-19, embora saiba-se que, devido a baixa aplicação dos exames, esse número deve ser bem maior.

Nos balanços divulgados neste sábado pelo ministério da Saúde e por órgãos da imprensa, os números têm pouca divergência. Sendo o balanço da mídia um pouco maior.

Confira os números do Governo Federal:

  • 42.720 mortos desde o início da pandemia;
  • 892 mortes nas últimas 24 horas;
  • 5,0 % de letalidade;
  • 850.514 casos confirmados desde o início da pandemia;
  • 21.704 casos registrados nas últimas 24 horas.

Números do consórcio da imprensa:

  • 42.802 mortes desde o início da pandemia;
  • 890 mortes nas últimas 24 horas;
  • 851.321 casos confirmados desde o início da pandemia.

A seguir, os números do Coronavírus no mundo:

Como é possível perceber, o Brasil é o segundo país em número de casos e de mortes por Covid-19. Ficamos atrás apenas dos Estados Unidos que têm uma população muito maior que a nossa.

Médicos em Fortaleza protestam contra Bolsonaro por mandar invadir hospitais

O Coletivo Rebento – Médicos em Defesa da Ética, da Ciência e do SUS, realizaram na manhã deste sábado (13), na Praia de Iracema, em Fortaleza (CE), uma manifestação de repúdio ao presidente Jair Bolsonaro, que mandou “invadir e filmar hospitais e UTIs”.

O ato foi uma homenagem as aproximadamente 4.500 vítimas fatais da Covid-19 no Ceará e as mais de 41 mil em todo o Brasil. Também a todos os profissionais de saúde, em repúdio à atuação do Governo Federal na crise e em defesa do Sistema Único de Saúde, da rede pública de atendimento como direito de todo cidadão e cidadã.

A manifestação presencial seguiu os protocolos de cuidado com a saúde pública, com participação de médicos que já se restabeleceram após contrair a Covid-19 no exercício da profissão.

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O protesto dos profissionais da Saúde incluiu a leitura de um manifesto elaborado pelo Coletivo Rebento, chamando atenção e denunciando a crise humanitária no Brasil, com o altíssimo número de mortos e doentes, como epicentro da crise, diante de grave desigualdade social, dificuldades de infraestrutura nos bairros de periferia e municípios do Interior, crônico subfinanciamento do SUS, ações e comunicações do Governo Federal negligentes e deliberadamente contrárias ao que deveria ser feito para salvar vidas de brasileiros e brasileiras e minimizar os efeitos sociais e econômicos da pandemia.