Angola expulsa pastores da Igreja Universal do Reino de Deus; assista ao vídeo

Pastores brasileiros da Igreja Universal do Reino de Deus, ligados ao bispo Edir Macedo, foram expulsos de templos em Angola, na África, diante de anúncio em rede nacional de televisão.

Pastores angolanos assumiram cerca de 85 templos da Igreja no país.

Os angolanos acusam o grupo de Edir Macedo de racismo, evasão de divisas, abuso de autoridade, imposição da prática de vasectomia aos pastores, intromissão na vida conjugal dos religiosos, assédio moral e expatriamento ilícito de capital.

Edir Macedo perdeu o controle de 35 templos da instituição em Luanda e cerca de 50 em outras províncias do país, como Lunda-Norte, Huambo, Benguela, Malanje e Cafunfo.

A Igreja Universal do Reino de Deus de Angola afirmou, por meio de nota, que alguns templos no país foram invadidos “por um grupo de ex-pastores desvinculados da Instituição por práticas e desvio de condutas morais e, em alguns casos, criminosas e contrárias aos princípios cristãos exigidos de um ministro de culto”.

O controle da Universal em Angola será assumido a partir de agora, segundo o grupo rebelado, pelo bispo Valente Bezerra Luiz, então vice-presidente da igreja. Os bispos e pastores dissidentes dizem que a igreja no país passará a ser chamada de Igreja Universal de Angola. Afirmam já ter o comando de 42% dos templos.

Resumo da ópera: Edir Macedo foi expropriado em Angola.

Assista ao vídeo:

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    Uma forte e devastadora nuvem de gafanhotos avança entre a fronteira da Argentina com o Rio Grande do Sul, os insetos destruíram lavouras por onde passaram no território argentino.

    O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa), órgão do governo da Argentina, monitora a nuvem de gafanhotos, que entrou no país no dia 17 de junho pela província de Santa Fé. Dois dias depois, avançou pelo rio Paraná até Corrientes.

    Segundo a Senasa, em aproximadamente um quilômetro quadrado podem ter até 40 milhões de insetos, que consomem em um dia pastagens equivalentes ao que 2 mil vacas ou 350 mil pessoas comem.

    Os insetos não causam danos às pessoas, apenas a culturas e pastos. “As nuvens de gafanhotos podem passar por vilas ou cidades, mas não causam danos diretos aos seres humanos. Podem causar danos às culturas e aos pastos, mas não constituem um risco para as pessoas”, segundo o comunicado da Senasa.