Marcha virtual pela ciência nesta quinta #ficaemcasacomaciência

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e mais uma centena de entidades e instituições, associadas às universidades e ao desenvolvimento das pesquisas, estão convocando para a Marcha Virtual pela Ciência nesta quinta-feira (7).

Conforme informações do presidente da SBPC, Ilden Moreira, a programação da marcha inclui dois painéis, que serão transmitidas pela entidade através das redes sociais: pela manhã, às 10h30, o tema será a pandemia; à tarde, 15 horas, ciência, tecnologia e inovação no contexto da crise.

O dia da ciência na internet compreenderá também um tuitaço ao meio dia: #ficaemcasacomaciência e #pactopelavida.

A hashtag #MarchaVirtualpelaCiencia já está entre as mais comentadas no Twitter.

Em pauta, a defesa da ciência, da educação, da saúde e da democracia. Ilden Moreira observou que ciência é um investimento essencial para o desenvolvimento do Brasil e a arma mais poderosa no combate ao coronavírus.

“Convidamos toda a sociedade brasileira para se unir em torno de um pacto pela vida e pelo Brasil”, salientou o presidente da SBPC, que fez um apelo à participação e divulgação do evento.

Com informações da CTB e da SBPC.

Justiça dá 72 horas para AGU explicar divulgação pelo governo de medicamentos contra Covid-19 sem eficácia comprovada

A Justiça Federal da 3ª Região acatou, liminarmente, a ação popular movida pelos deputados federais do PT Henrique Fontana (RS) e Paulo Teixeira (SP) e pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN) e intimou a Advocacia-Geral da União (AGU) para que se manifeste em 72 horas, a partir dessa quarta-feira (6), sobre a divulgação por parte do governo federal de medicamentos sem comprovação de cura da Covid-19.

A ação foi ajuizada no dia 29 de abril contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e os ministros Nelson Teich (Saúde) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) para que seja proibida a divulgação de medicamentos que, sem eficácia cientificamente comprovada no combate ao novo coronavírus, podem adoecer a população em razão dos efeitos colaterais.

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“Ajuizamos esta ação para garantir que autoridades do governo se abstenham de divulgar medicamentos como possíveis curas para a covid-19 que não tenham sua eficácia comprovada”, explicou Henrique Fontana.

Confira a decisão:


Com informações do PT na Câmara