Kim Jong-un reaparece em público vivinho da Silva

Publicado em 1 maio, 2020

O presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-un, reapareceu em público vivinho da Silva neste sábado –(2) horário local– na inauguração de uma fábrica de fertilizantes. A instalação fica na região ao norte da capital, Pyongyang.

A informação foi passada tanto pela agência estatal KCNA quanto pela sul-coreana Yonhap, que monitora o governo do país vizinho. Porém, nenhuma imagem da visita foi divulgada até o momento, como geralmente ocorre.

É a primeira aparição pública de Kim desde 11 de abril. Após faltar às festividades de aniversário de Kim Il-sung — avô e fundador do regime norte-coreano —, rumores sobre um estado de saúde supostamente grave do líder correram pelo mundo.

Houve especulações sobre sua saúde depois que ele perdeu as celebrações do aniversário de nascimento do fundador do estado, Kim Il Sung, em 15 de abril. O dia é um feriado importante na Coreia do Norte e Kim como líder costuma fazer uma visita ao mausoléu onde seu avô está no estado. .

Segundo informações de funcionários da Casa Branca repassadas à imprensa dos EUA, Kim passou por uma cirurgia cardiovascular. Havia relatos, inclusive, de que ele tinha “estado grave”.

Mesmo com a reaparição, o estado de saúde de Kim continua um mistério — nem a imprensa oficialista nem observadores de inteligência de países que monitoram a Coreia do Norte, como China e Estados Unidos, conseguem confirmar a real situação do ditador.

Um alto conselheiro de segurança do presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse que Kim estava “vivo e bem”. O conselheiro disse à emissora norte-americana CNN que Kim passa uma temporada em Wonsan — um resort no leste do país — desde 13 de abril. “Nenhuma movimentação suspeita foi detectada até o momento”, afirmou.

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Aprovação de Trump sobe nos Estados Unidos, mesmo com críticas à sua luta contra o coronavírus

A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu de 43% para 49%, diz o instituto Gallup.

De acordo com o levantamento divulgado nesta sexta-feira, 1º de maio, os índices de aprovação de Trump estão de volta ao seu nível mais alto de todos os tempos, desta vez graças ao apoio recorde de independentes, um grupo com o qual ele precisa vencer a reeleição.

O Gallup afirma que o crescimento na aprovação veio apesar das críticas esmagadoras da mídia por sua luta contra o coronavírus e pela pressão para reabrir a economia. Mas também ocorreu quando o mercado financeiro sinalizava apoio, e muitos nos Estados Unidos se uniram ao presidente na campanha para que o país voltasse ao trabalho.

“Os americanos querem ver seu presidente na frente e liderar em um momento de crise, e é exatamente isso que o presidente Trump está fazendo. Ele entende que estes são tempos difíceis para o povo americano, e é por isso que ele não deixou pedra sobre pedra e lançou uma abordagem sem precedentes de toda a América para derrotar esse vírus”, explicou Sarah Matthews, vice-secretária de imprensa da campanha de Trump.

A equipe de campanha vê uma reviravolta no índice de aprovação de Trump numa histórica divisão da opinião pública dos Estados Unidos sobre a condução do esforço de coronavírus. Segundo o Gallup, 50% aprovam, 48% desaprovam.

Grosso modo, o resultado da pesquisa nos EUA é bastante parecido com os recentes divulgados no Brasil. Aqui nestas plagas, como já vimos esta semana, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) segue com seu um terço de eleitores fidelizados.

“Bolsonaro só vai cair se morrer muita gente infectada pelo coronavírus”, repetiu ao Blog do Esmael o presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, estabelecendo como parâmetro para “muita gente” o número de mortos na Itália: 25 mil pessoas.

Brasil tem 6.329 mortes e 91.589 casos confirmados por coronavírus nesta sexta-feira (1º).

Em meio ao coronavírus, cresce o movimento “Cancele o Aluguel” nos Estados Unidos

O jornal New York Times registra neste 1º de maio o crescimento do movimento #CancelRent (Cancele o Aluguel), que estimula os inquilinos a não pagarem pelo aluguel de suas moradias.

De Nova York a Los Angeles, segundo a publicação, os grupos de direitos dos inquilinos e organizações sem fins lucrativos da comunidade estão incentivando os inquilinos a reter pagamentos hoje, a data de vencimento do aluguel em maio.

À medida que o desemprego dispara em todo o país, os grupos se uniram em torno de um objetivo audacioso: convencer o governo a interromper os pagamentos de aluguel e hipoteca – sem acumular pagamentos – enquanto a economia for atingida pelo coronavírus.

“É um momento em que as pessoas estão literalmente se levantando para uma transformação real no mercado imobiliário”, disse Cea Weaver, coordenadora da campanha da Housing Justice for All em Nova York.

O estado de Nova York e Nova Jersey já têm moratórias judiciais sobre despejos.

A deputada Alexandria Ocasio-Cortez, democrata de Nova York, endossou a campanha, incentivando sua base progressista a abraçar um movimento para derrubar o mercado imobiliário.

Mas em Nova York e em outras cidades, os proprietários dizem que também estão lutando para pagar suas contas, já que muitos inquilinos já foram incapazes de pagar aluguel.

Eles dizem que reter o valor do aluguel criaria consequências em cascata, deixando-os incapazes de pagar hipotecas e impostos e manter edifícios.