Ao defender Bolsonaro, Moro leva invertida de jornalista

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O jornalista Rodrigo Vianna deu um chega pra lá no ministro da Justiça, Sérgio Moro, que saiu em defesa do presidente Jair Bolsonaro no caso do inquérito contra músicos.

O ex-juiz negou que tenha sido o autor do inquérito contra punks de Belém (PA), que fizeram cartazes em que Bozo aparece empalado por um lápis, vomitando sobre uma floresta e comendo fezes. Os jovens participavam da Facada Fest.

Quatro organizadores do evento de rock são investigados por supostos crimes contra a honra do presidente Jair Bolsonaro, além de apologia ao homicídio.

“A iniciativa do inquérito não foi minha, como diz a Folha de S. Paulo, mas poderia ter sido”, disse Moro.

Segundo o ministro, publicar cartazes ou anúncios com o presidente ou qualquer cidadão empalado ou esfaqueado não pode ser considerado liberdade de expressão. “É apologia a crime, além de ofensivo”, completou.

É aí que Rodrigo Vianna entra em cena. O jornalista utiliza as barbaridades do próprio presidente Jair Bolsonaro para defender a liberdade de expressão do coletivo de artistas paraenses. Vamos pontuar para facilitar a compreensão dos bolsominions:

  • Alguém dizer que vai “fuzilar adversários” é apologia ao crime?
  • Alguém idolatrar a tortura e fazer a defesa da ditadura é apologia ao crime?
  • Alguém fazer a defesa do estupro (desde que a mulher seja bonita) é apologia ao crime?
  • Você é o capanga de um homem que faz apologia ao crime!

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