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Véio da Havan em campanha contra a licença-menstruação de mulheres

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Mulheres são a maioria entre os empregados do Véio da Havan.
O ridículo e escatológico empresário Luciano Hang, o Véio da Havan, lançou uma nova cruzada nesta terça-feira (28) contra a licença-menstruação de mulheres.

Desrespeitoso, o Véio da Havan trata a questão biológica como um “problema” das mulheres. Ele faz acreditar que o ciclo menstrual é uma doença que as incapacita.

O Véio da Havan e a ministra Damares Alves estão ali, competindo entre si, representam o pensamento médio do governo de Jair Bolsonaro.

Some-se a eles –Damares e Véio da Havan– o desqualificadíssimo ministro da Educação Abraham Weintraub.

É bom frisar que o Véio da Havan não tem cargo formal no governo, mas ele é uma espécie de alter ego de Bolsonaro e seu entorno.

A discussão da licença-menstruação é real e é questão de saúde pública. Não tem nada a ver com questões ideológicas, como quer fazer crer o Véio da Havan.

O projeto é de autoria deputado federal Carlos Bezerra (MDB-MT), ex-governador do Mato Grosso.

“A empregada poderá ser afastar do trabalho por até (três) dias ao mês, durante o período menstrual, podendo ser exigida a compensação das horas não trabalhadas”, diz um trecho do projeto em tramitação na Câmara.

Alguns países já adotam a licença-menstruação, dentre os quais a Coreia do Sul, Japão e o Reino Unido.

A ideia básica do projeto 6784/2016 é “menstruou, folgou, compensou”, qual seja, o empresário não terá prejuízo algum no período especial.

A proposta acrescenta artigo à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, dispondo sobre o afastamento do trabalho durante o período menstrual da empregada.

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