Bolsonaro ‘afrouxou a tanga’ para os comunistas chineses, diz Estadão

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sucumbiu ao comunismo chinês, que faz uma “revolução” no Brasil comprando as principais estatais, obtendo concessões nas áreas de logística e infraestrutura.

Estradas, portos, aeroportos, energia, água, petróleo, enfim, tudo que um dia já foi considerado estratégico e definido como setor necessário ao projeto de soberania da nação, agora sob Bolsonaro se converteram em ativos chineses.

O Estadão anotou na edição deste domingo (12) que o Brasil entrou na rota da China, mas na verdade deveria ter cravado que Bolsonaro afrouxou a tanga para o “comunismo de mercado” –o modelo de desenvolvimento econômico do país asiático que combina o “laissez faire” na res publica e a ditadura do proletariado na política.

Evidentemente que o Estadão não se opõe à liquidação da nação brasileira. Muito pelo contrário. Concorda com a doação do patrimônio público, com a concentração da riqueza, e a financeirização da economia. Ou seja, o jornalão paulistano é Bozo até debaixo d’água nessa patifaria, mas discorda com os arrotos na mesa e coçadas de saco do capitão.

Bolsonaro passou a campanha eleitoral de 2018 demonizando a China, a esquerda, o marxismo, o comunismo e o socialismo, mas, após assumir a Presidência da República, cabum!, fez de Xi Jinping seu melhor parceiro de estripulias.

A China tem dinheiro e segue comprando o Brasil que foi colocado à venda na ‘Bacia das Almas’ por Bolsonaro e Paulo Guedes. Esses dois velhacos cometem crime de lesa-pátria digno de corte marcial.

Não existe imperialismo bom, seja ele de esquerda ou direita. O que é concreto é a ausência de brasilidade e de projeto de nação.

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