Ministros do STF consideram Lula ‘cada vez mais solto’ após a #VazaJato

Publicado em 18 setembro, 2019
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Não subsistem mais os motivos –se é que existiram algum dia– que levaram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão em Curitiba. Este já é o entendimento da maioria dos ministros no Supremo Tribunal Federal (STF) após a #VazaJato, a série de reportagens publicadas pelo site The Intercept Brasil em parceria com outros veículos de imprensa aqui no País e no exterior.

Tirando esta quarta-feira (18), que tem final da Copa do Brasil, cuja disputa será entre Internacional e Athletico, quase todos os dias têm vindo a público novos diálogos entre procuradores da força-tarefa comprovando que Lava Jato era, na verdade, uma organização criminosa.

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O ministro Gilmar Mendes, alvo preferencial de Deltan Dallagnol, por exemplo, acusa procuradores da força-tarefa de terem monetizado a Lava Jato para ganhar dinheiro e benefícios pessoais. O magistrado do STF não tem dúvidas de que eles cometeram corrupção, além daquela funcional, que consistiu na fraude processual com o fim de manter preso político o ex-presidente Lula.

Por conta dessas estripulias que a ex-procuradora-geral da República, Raquel Dodge, não teve coragem de enfrentar, os ministros do STF também passam a considerar Lula um preso político e acreditam ser inevitável sua soltura a qualquer instante.

Portanto, a omissão da ex-PGR deverá ser corrigida de ‘ofício’ pelo Supremo em nome da democracia, do Estado de Direito e da Constituição Federal.

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