Vigília dia 23 e ato dia 24 marcam lutas em SP em defesa de Lula

Lula na iminência de ser solto completa 500 dias na prisão

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O acampamento Vigília Lula Livre, em Curitiba, está em polvorosa na véspera de completar 500 dias. Hoje e amanhã haverá atividades na vigília mais longeva do mundo, que passou a constar no Guines Book –o livro dos recordes.

Lula é mantido preso político da Lava Jato pelos motivos que o leitor já sabe, amplamente divulgados pela Vaza Jato. Mas vamos repassar. O ex-presidente foi condenado sem provas no caso do tríplex para não disputar a eleição de 2018 e garantir o emprego do juiz Sérgio Moro como ministro de Jair Bolsonaro (PSL).

A estratégia dos petistas –e do próprio preso político– é que Lula saia pela porta da frente da Polícia Federal de Curitiba, sem tornozeleira, com o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecendo a suspeição de Moro, qual seja, a falta de imparcialidade do ex-juiz.

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A materialidade (provas) contra o julgador e os acusadores não é o problema para a corte supremo, haja vista os fartos arquivos divulgados recentemente pelo Intercept e demais veículos de comunicação.

Os diálogos entre Moro e procuradores da força-tarefa, em especial Deltan Dallagnol, não deixam margem à dúvidas de que a Lava Jato se transformou numa ferramenta de perseguição a Lula e ao PT.

Dito isto, a legenda lançou um filme sobre a injusta prisão de Lula com o objetivo de mobilizar sua base social. O PT anunciou a hashtag #500diasdeinjustiça para denunciar o inconstitucional encarceramento do ex-presidente.

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