Inquérito da fake news no STF pega a velha mídia e bolsominions

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Até o desaparecido Queiroz sabe que os maiores disseminadores de fake news são a velha mídia e os bolsominions. Traduzindo: Globo, Estadão, Folha, Veja, IstoÉ, etc. corroboraram com a pauta de ódio desde 2014. Por isso o inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) gera tanta grita, inclusive da procuradora-geral Raquel Dodge.

Além de pegar nos ‘países baixos’ dos jornalões, a investigação no Supremo também pode atingir a fraudulenta campanha eleitoral de Jair Bolsonaro (PSL) e seu esquadrão de robôs –aqueles que espalharam notícias falsas sobre “mamadeira de piroca” que tanto ensandeceram principalmente o eleitorado evangélico.

Originalmente o inquérito no STF visa apurar a divulgação de notícias falsas, ameaças e calúnias contra ministros da corte. Mas a fonte geradora das maldades pode ser única… Ou seja, essa milícia virtual ainda continua ativa. Exemplo disso é a tag #STFVergonhaNacional que subiu aos pícaros na manhã deste sábado (3).

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Como o leitor deste Blog do Esmael é bem informado, Dodge luta pela recondução na chefia do Ministério Público Federal (MPF). É Bolsonaro quem tem o poder de confirmá-la ou não.

A candidata Raquel Dodge manifestou pela anulação da portaria do presidente o STF, Dias Toffoli, instaurou o inquérito das fake news. Segundo a procuradora-geral, o ato é ilegal e inconstitucional.

O STF pode ex officio instaurar investigações, mas a Associação Nacional de Procuradores (ANPR) sustenta que houve violação do penal “sistema acusatório” prevista na Constituição de 1988. Na prática, os procuradores temem ser investigados pelo Supremo. Mais especificamente os integrantes da força-tarefa Lava Jato cujo coordenador Deltan Dallagnol entrou na marca do pênalti com as reportagens da #VazaJato.

Curiosamente –e a ANPR fica silente sobre disso– Deltan e o ex-juiz Sérgio Moro violaram justamente o sistema acusatório ao fazer conluio para tornar impossível a defesa de réus na Lava Jato. Vide o caso do ex-presidente Lula mantido preso político há quase 500 dias.

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