A Globo continua cometendo os mesmos erros que cometeu ao apoiar a ditadura militar

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Em tempos sombrios de Sérgio Moro e Jair Bolsonaro, cujos projetos são arbitrários, a Globo continua cometendo os mesmos erros que cometeu ao sustentar a ditadura militar (1964-1985).

Moro flerta com o absolutismo ao pretender calar a imprensa com a ameaça de deportar o jornalista norte-americano Gleen Greenwald, do Intercept, e “aparelhar” o Estado para blindar-se e blindar Bolsonaro de malfeitos revelados pela #VazaJato.

O sinistro da Justiça [SIC] também se utiliza do cargo para proteger o filho do presidente da República no Caso Queiroz.

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A Globo tenta colocar um pé em cada canoa. Ora combate a pauta de costumes e os rompantes ditatoriais de Bolsonaro, ora apoia a pauta econômica de retirada de direitos dos trabalhadores, mas sempre apoia Moro porque a emissora dos Marinho protege sua fonte de vazamentos desde quando ele atuava como juiz na Lava Jato.

Entretanto, a Globo continua cometendo os mesmos erros que cometeu na ‘época de chumbo’ quando havia desaparecimentos nos porões da ditadura militar; agora ela se faz de samambaia diante de sérias ameaças a jornalistas, à liberdade de imprensa, à perseguição a Greenwald e aos profissionais do Intercept e de outros veículos de comunicação.

Por isso tudo, nós brasileiros somos cada vez mais Greenwald e menos Globo. A história não vai perdoar os Marinhos pela segunda vez. Pode anotar, querido leitor.

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