15 presos foram exterminados em Manaus e Sérgio Moro nem aí

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O ministro da Justiça, Sérgio Moro, é o responsável pelo superlotado sistema carcerário brasileiro. Neste domingo (26) houve mais um massacre no Complexo Anísio Jobim (Compaj). Quinze presos foram exterminados nos pavilhões 3 e 5 da unidade prisional.

Até agora o ex-juiz da lava jato nada declarou sobre o extermínio que repercutiu internacionalmente. Nem um tuíte sobre a degradação humana. Nada de nadica.

No entanto sobre a manifestação contra a democracia, o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional há postagem de Moro com direito à “autoelogio” para o “pacote anticrime” que prevê mais encarceramento em massa no País.

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Antes de avançarmos mais dois parágrafos, um esclarecimento importante: o Compaj é presídio privatizado. Em janeiro de 2017, o local já foi palco de outra carnificina que resultou em 113 mortos.

Dito isto, voltemos ao Twitter dos dirigentes cuja preocupação principal é o poder e a satisfação do mercado.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL), chefe de Moro, também não deu um caractere sobre a matança na Amazônia. Porém, no dia de ontem, o “mito” tuitou oito vezes sobre a manifestação que o apoiou e achincalhou os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do STF, Dias Toffoli.

Veja a lista dos 15 mortos no Compaj:

Ancelmo Pereira dos Santos, 39

Antonio Xavier da Silva Camargo Filho, 42

Cleison Silva do Nascimento, 25

Edney Sandro Sabóia de Vasconcelos, 36

Elisson de Oliveira Pena, 26

Erick Weslley Martins Mendes, 25

Fernando dos Santos Ferreira, 27

Francisco de Assis Marcelo da Silva, 34

Hiel Lucas Miranda da Silva, 29

Igor Peres de Oliveira, 21

Leonardo Queiroz Campelo, 31

Naelson Picanço de Oliveira, 32

Nayan Serrão Pereira, 31

Pedro Paulo Melo Xavier, 25

Rodrigo Oliveira Pimentel, 29

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