Parentes de miliciano que assessoraram Flávio Bolsonaro na Alerj sequer tinham crachá

Publicado em 22 abril, 2019

A revista Veja informa que a mulher de Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe de milícia foragido da polícia, trabalhou até novembro passado como assessora do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj e não tinha crachá.

Danielle Nóbrega trabalhou oito anos na Assembleia do Rio, mas nunca teve um documento que autorizaria sua entrada no prédio, e que todos os funcionários são obrigados a usar.

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O mesmo aconteceu com a mãe de Adriano, Raimunda Magalhães. Ela foi nomeada em 2015 mas só ganhou crachá em 2017.

Ou seja, além de nomear parentes do miliciano, tudo indica que elas sequer trabalhavam.

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Mas os filhos do presidente não precisam responder por seus atos. Cadê o Sérgio Moro?

Com informações da Veja.