Dez morreram no ataque à escola de Suzano. Quem ainda defende liberação da arma de fogo?

O autoproclamado presidente do Brasil, ator Zé de Abreu, ato reflexo, olhou para o “interino” Jair Bolsonaro (PSL) quando soube do tiroteio que deixou 10 mortos numa escola de Suzano (SP).

“Que coisa terrível aconteceu na escola em Suzano. E o Capitão [Jair Bolsonaro] quer liberar o acesso as armas [de fogo]…”, lamentou Zé de Abreu.

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Bolsonaro fez da flexibilização da posse da arma de fogo um dos motes de sua campanha presidencial.

O autoproclamado presidente ainda disse que “importamos essas tragédias dos EUA: ‘ao invés de importar soluções para problemas que temos estamos importando problemas que não tínhamos’ um amigo.”

Desde 2018, o discurso de ódio tem sido a tônica de Bolsonaro — acredita Zé de Abreu.

 

 

 

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