Bolsonaro perdeu condições de governar e reforma da previdência subiu no telhado

A velha mídia admite neste fim de semana que a reforma da previdência subiu no telhado — bateu na trave, definitivamente — e que Jair Bolsonaro (PSL) perdeu as condições de governar o país.

Ato contínuo, os mesmos jornalões que torcem pelo fim das aposentadorias dos mais pobres atribuem certo nervosismo ao mercado financeiro à incapacidade política do capitão reformado. ‘A bolsa caiu e o dólar subiu’, gritam.

O cheiro de impeachment de Bolsonaro pode ser sentido quando o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), perde completamente o respeito pelo Presidente da República e pelo seu superministro da Justiça Sérgio Moro.

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Primeiro, Maia afirmou que o ex-juiz da lava jato “copiou e colou” o projeto punitivista do ministro do STF Alexandre de Moraes; depois, o presidente da Câmara orientou Bolsonaro a deixar o Twitter para governar o país.

“Estamos experimentando um período anarquista: rigorosamente sem governo”, observou o ex-senador Roberto Requião (MDB-PR), um dos líderes nacionais da resistência à reforma da previdência. “Não há proposta de reforma da previdência. Há um covarde e vil ajuste fiscal sobre os trabalhadores”, dispara o emedebista.

Requião, ao propor resistência à barbárie, denuncia que “pistoleiros da Globo” continuam fazendo elogios para o ajuste fiscal massacrante para os trabalhadores ao qual ela chama de “reforma da previdência”.

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