Nova condenação amplia ilegalidade da prisão política de Lula

A nova sentença que condenou o ex-presidente Lula a mais 12 anos e onze meses de prisão, no caso do sítio de Atibaia, amplia a ilegalidade e a inconstitucionalidade contra o petista.

A juíza Gabriela Hardt, substituta de Sérgio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba, dobrou a aposta no desrespeito à Constituição Federal ao condenar novamente Lula com o intuito de mantê-lo como refém político na Polícia Federal de Curitiba.

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Lula foi condenado a primeira vez no caso tríplex de Guarujá (SP), em julho de 2017, a 9 anos de seis meses de prisão. Ele cumpre antecipadamente a pena desde 7 de abril do ano passado.

Moro e a lava jato sabem que cometem todos as ilegalidades possíveis e inimagináveis em nome da luta ideológica que travam contra o PT. Por isso o ex-juiz, agora no Ministério da Justiça, briga para que seu ‘pacote de inconstitucionalidades’ seja aprovado no Congresso e, ato contínuo, legalize a prisão inconstitucional do ex-presidente da República.

Pois bem, a farra da “República de Curitiba” tende a acabar em 10 de abril próximo quando o Supremo Tribunal Federal (STF), presidido por Dias Toffoli, agendou sessão plenária para jugar a validade ou não da prisão em segunda instância.

Não é à toa que a campanha de setores da velha mídia e as fake news de sempre se intensificaram nos últimos dias contra o presidente do STF. O objetivo é constrangê-lo, botá-lo nas cordas, para que manobre contra a liberdade de Lula.

A tendência é que Dias Toffoli arregue, “afrouxe a tanga”, como se diz no Nordeste. Portanto, o desfecho pode não ser nada bom para Lula e o PT — muito menos para a democracia brasileira.

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