Técnico apontou caminhos das “fake news”, mas a PF não investigou

Publicado em 17 janeiro, 2019
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Um especialista em telecomunicações da PUC-RJ elaborou um estudo que permite rastrear a origem de “fake news” distribuídas durante a campanha eleitoral de 2018. Mas a Polícia Federal não se “interessou” em investigar.

O estudo foi elaborado por Miguel Freitas e encaminhado à Procuradoria-Geral da República ainda em novembro do ano passado. O documento foi encaminhado para a Polícia Federal, que engavetou as informações.

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Segundo a Folha de S. paulo, a PF chegou a negar ter recebido o relatório. Mas depois alegou que a documentação foi recebida fora dos autos pelo delegado Thiago Marcantonio, responsável por inquérito sobre envio em massa de mensagens pelo WhatsApp nas eleições.

O inquérito foi aberto após a reportagem da Folha mostrar que empresários bancaram envio em massa de mensagens contra o PT pelo aplicativo durante a campanha.

Agora, sob a tutela de Sérgio Moro, alguém acredita que esse tipo investigação avance?

Com informações da Folha de São Paulo.

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