Possível queda de ministro põe Soavinski, do Paraná, de volta ao aquecimento

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A possibilidade de o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ser afastado pela Justiça trouxe de volta ao aquecimento o oceanógrafo paranaense Ricardo Soavinski.

Salles não poderia ter sido nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) porque está com os direitos políticos cassados por três anos pela Justiça de São Paulo. A escolha do ministro afronta a Constituição Federal.

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Afiliado político de um dos mandachuvas no PP, o ex-ministro Ricardo Barros, Soavinski foi presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Além do apoio de Barros, o oceanógrafo paranaense tem a chancela do governador de Goiás Ronaldo Caiado — um dos caciques do DEM.

Ricardo Soavinski já havia sido sondado por Bolsonaro para ocupar a pasta em novembro, mas prevaleceu a indicação do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB).

Pensando bem, seria apenas trocar um Ricardo pelo outro.

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