Reforma da Previdência é aprovada em São Paulo; servidores convocam greve para fevereiro

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A gestão do prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB), com forte aparato repressivo e apoio de 33 vereadores, conseguiu aprovar nesta quarta-feira (26) o PL 621/16, que cria Regime de Previdência Complementar, a empresa SampaPrev e eleva a contribuição previdenciária dos servidores municipais de 11% para 14%. As medidas foram aprovadas após intensos protestos no plenário e nas imediações do Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal.

O regime de previdência complementar destina-se aos futuros servidores. Ou seja, aqueles que ingressarem na Prefeitura após a regularização deste novo sistema de Previdência, que será administrado pela empresa SampaPrev.

Os sindicatos das diversas categorias do funcionalismo municipal convocaram uma greve geral para o dia 4 de fevereiro.

As cenas de batalha campal foram uma das marcas deste final de ano legislativo na Câmara Municipal de São Paulo. Além da forte pressão do executivo sobre os vereadores da base aliada de Bruno Covas, com ameaças de retaliação política e perdas de cargos comissionados na Prefeitura.

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