Bolsonaro vai deixar parte da velha mídia à mingua

A Folha voltou a abordar a questão dos caraminguás para publicidade nos veículos de comunicação.

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) jura que irá rever a “farra publicitária” promovida por bancos públicos (Caixa e Banco do Brasil) e estatais como a Petrobras.

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O capitão reformado do Exército afirma que terá uma comunicação direta com a população, por meio das redes digitais, sem o intermédio da velha mídia.

Bolsonaro terá no primeiro ano de governo R$ 150 milhões para gastar em propaganda, equivalente a 16% do valor que dispunha Dilma Rousseff (PT) quando assumiu.

Entretanto, conforme mapeamento da equipe de transição, bancos e estatais trituram anualmente mais de R$ 2 bilhões em publicidade.

Se Folha e Globo serão mantidos fora do “bolo publicitário”, como já avisara antes Bolsonaro, mas a farra será apenas da Record, do pastor Edir Macedo, e do SBT, de Silvio Santos.

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