WhatsApp atirou no que viu [fake news] e acertou no que não viu [Flávio Bolsonaro]

O WhatsApp colocou no bico do corvo, nesta sexta-feira (19), as empresas contratadas para disseminar fake news em favor a Jair Bolsonaro (PSL) e em desfavor a Fernando Haddad (PT).

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O aplicativo de mensagem instantânea notificou extrajudicialmente as agências Quickmobile, Yacows, Croc services e SMS Market por conduta ilegal na campanha eleitoral, qual seja, elas disparam notícias falsas e receberam por isso até R$ 12 milhões em “dinheiro sujo” (caixa 2).

Hoje, o WhatsApp também informou que baniu contas associadas a essas agências. Dentre os telefones bloqueados estavam o do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidenciável Jair Bolsonaro, acusado de ser o maior beneficiário no esquema criminoso.

O parlamentar que havia denunciado a “censura” disse mais tarde que seu telefone já tinha desbloqueado, mas Flavio Bolsonaro passou recibo haja vista que o WhatsApp baniu usuários ligados às empresas que espalham fake news.

Moral da história: o WhatsApp atirou no que viu e acertou no que não viu.

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