Prisão de tucano no 2º turno é muito preocupante

As pirotécnicas prisões de agentes públicos — eleitos ou não — durante o processo eleitoral deveriam ser proibidas quando não em flagrante delito.

Para os garantistas de plantão, não há que se comemorar as restrições de liberdade no curso as eleições porque isto poder alterar a vontade do eleitor.

A prisão do ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) não poderia ter ocorrido hoje, no 2º turno, embora seu estado já tenha elegido Ronaldo Caiado (DEM) no 1º turno.

Também não fez sentido algum — senão político — a prisão do ex-governador Beto Richa (PSDB) no dia 11 de setembro, vésperas do primeiro turno.

Não há que se comemorar a prisão de quem quer que seja neste sensível 2º turno presidencial porque o judiciário, partidário que é, busca a chancela para mais operações policialescas na boca de urna eleitoral.

Vou desenhar: o alvo ainda continua sendo o PT e a candidatura de Fernando Haddad; as prisões de políticos tucanos [Richa e Perillo] têm o condão de justificar e “provar” à opinião pública que não se trata de perseguição a petistas, que a lei é para todos, blá, blá, blá…

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