“Novidades” da política podem ter fraudado o resultado das eleições

Há cerca de dois anos, um ativista do PT de Curitiba foi abordado por um dos “generais” de Jair Bolsonaro (PSL) com o objetivo de participar de exército de ciberguerrilheiros na internet.

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A missão também era inusitada e naquela época quase impossível: elevar o “Mito” à condição de presidente da República e estimular às custas do ódio contra Lula, PT, gays, comunistas, sem terra, etc., nas redes sociais.

Feito este recorte, o “Partido Novo” de João Amoêdo também recorreu às fake news para se constituir. Com dinheiro na mão, sabe-se lá a origem, a agremiação contratou agências de publicidade em diversas praças do país com o fim de estruturar-se para as eleições deste ano. O desconhecido candidato à Presidência terminou o 1º turno à frente de nomes consagrados na política.

O empresário Romeu Zema (Novo), desconhecido dos eleitores, virou em primeiro lugar com 42,73% dos votos em Minas Gerais. Ele disputa o segundo turno com o senador Antonio Anastasia (PSDB).

A eleição do fundador do Grupo Positivo Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) para Senado, na cota de Bolsonaro, também chamou a atenção. Se o ex-militante comunista tivesse sido atropelado e morrido 4 semanas antes de eleito, muito provavelmente, seria enterrado como indigente. De desconhecido dos paranaenses ao Senado República em apenas 1 mês!

O que tiveram em comum todas as campanhas acima? A participação de agentes e agências de propaganda especializadas em espalhar fake news. Logo, por consequência, o resultado das eleições deste ano pode ter sido uma grande fraude.

Quanto ao ativista do PT, reportado no primeiro parágrafo desta matéria, ele não sucumbiu à proposta bolsonarista. Continua firme e forte na campanha de Fernando Haddad (PT).

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