Veja revela “o outro Bolsonaro” para garantir Alckmin no 2º turno

A capa da revista Veja abre fogo contra Jair Bolsonaro, acusando o presidenciável de furtar um cofre de banco, ocultar patrimônio, receber pagamentos não declarados e agir com “desmedida agressividade”.

Sob o título de “O outro Bolsonaro”, a publicação da Abril desce à cloaca para inviabilizar o ex-capitão do Exército e viabilizar seu candidato Geraldo Alckmin (PSDB).

Veja conta que obteve um processo na Justiça da Família em que a ex-mulher de Bolsonaro, Ana Cristina Siqueira Valle, relata que o presidenciável furtou seu cofre numa agência do Banco do Brasil, em outubro de 2007.

“Bolsonaro, de acordo com Ana Cristina, furtou seu cofre numa agência do Banco do Brasil, em outubro de 2007, e levou todo o conteúdo: joias avaliadas em 600 000 reais, 30 000 dólares em espécie e mais 200 000 reais em dinheiro vivo — totalizando, em valores de hoje, cerca de 1,6 milhão de reais. O cofre ficava na agência do Banco do Brasil da Rua Senador Dantas, no centro do Rio. Seu conteúdo é incompatível com as rendas conhecidas do então casal”, diz o texto da revista.

A baixaria da Veja, que sempre se prestou a este papel baixo em campanhas eleitorais, prossegue: “Bolsonaro recebia “outros proventos”, que ela não identifica” durante o período em que ele era marido de Ana Cristina.

Para fechar a narrativa, o panfleto chamado Veja concluiu: Bolsonaro era um marido de “comportamento explosivo” e de “desmedida agressividade”.

O banditismo da revista Veja não é caso de regulação de mídia nem de censura. É caso de polícia mesmo.