Por Esmael Morais

Beto Richa fica inelegível, se depender do Ministério Público Eleitoral

Publicado em 22/08/2018

O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu a inelegibilidade do ex-governador Beto Richa (PSDB) com base em condenação de 2ª instância no Tribunal de Justiça do Paraná. O tucano é candidato ao Senado.

O ex-governador sofreu condenação no último dia 7 de agosto em ação popular ajuizada por militantes do PSOL e do PSTU.

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Richa e a mulher dele, Fernanda Richa, ex-secretária da Família, foram acusados de passear em Paris, na França, com dinheiro público durante uma viagem realizada à China em 2015. O TJPR entendeu que não era necessária a “parada técnica” alegada pela defesa do ex-governador.

Além do ex-governador do PSDB, o MPE pede a impugnação de outras 37 candidaturas no Paraná.

Dentre os pedidos figura o da impugnação da candidatura do deputado Ricardo Barros (PP), marido da governadora Cida Borghetti (PP). Ambos [Cida e Ricardo] disputam a reeleição.

A questão central é a seguinte: será que a precariedade da inelegibilidade de Beto Richa é “melhor” que a do ex-presidente Lula?