Temer, o presidente do sarampo

Michel Temer ressuscitou o sarampo no Brasil. As autoridades sanitárias reconhecem que há cerca de 500 casos confirmados e mais de 1,5 mil em investigação nos estados do Amazonas e Roraima, região Norte do país.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não havia registro da doença no Brasil até julho de 2015. Até então, a moléstia era considerada erradicada no país.

Entretanto, após o golpe de Temer, surtos de doenças como sarampo, poliomielite e rubéola voltaram a assombrar os brasileiros. Um dos motivos que concorreu para o retorno dessas moléstias foi o congelamento de investimentos na saúde pelos próximos 20 anos (PEC 95).

Para a OMS, a principal razão por trás do aumento de casos de sarampo são as falhas nos programas de imunização, além de pouca cobertura de grupos marginalizados, interrupções na entrega de vacinas e falhas nos sistemas de vigilância sanitária.

Resumo da ópera: além de restaurar a semiescravidão, com a reforma trabalhista, Michel Temer ressuscitou o sarampo; é o Brasil voltando 70 anos em 2.

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