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Por Alckmin, comitê central da burguesia enquadra partidos de direita

Quem tem padrinho não morre pagão, diz o ditado popular. E é verdade. Vide o caso de Geraldo Alckmin (PSDB), mesmo sem eira nem beira, com sofríveis pontinhos nas pesquisas, está sendo empurrado pelo comitê central da burguesia que vai enquadrando um a um os partidos e as pré-candidaturas de direita.

Não é nenhuma novidade. Já era previsível o recuo de candidaturas como de Alvaro Dias (Podemos), que é cotado para a vice do tucano, e de Flávio Rocha (PRB), que jurou neutralidade após jogar a toalha.

Michel Temer (MDB) também entrou em campo para ajudar na estratégia da tucanalha. O Vampirão Neoliberalista destacou o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), para segurar possíveis dissidências da direita em favor do ex-governador Ciro Gomes (PDT). O recado do troglodita do Palácio do Planalto é claro: se apoiar o pedetista, adeus cargos no governo.

O primeiro a entender o recado foi Gilberto Kassab, dono do PSD e titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicação. Ele anunciou que o partido vai subir no palanque de Alckmin à Presidência da República.

O próximo a jogar a toalha, a que tudo indica, será Henrique Meirelles (MDB) em nome das conquistas do golpe ocorrido em 2016.

O projeto da burguesia paulista é tratorar o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), pois, ela sabe, só haverá duas vagas no segundo turno. A primeira já está reservada ao PT, independente de quem seja o candidato.

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