Folha descobre que dirigentes patronato ‘mamam’ há décadas no dinheiro público

Imagina se o jornalão paulistano descobrir que os dirigentes patronais sequer labutam na área a que se propõem representar… Vide o caso do presidente licenciado da Fiesp, Paulo Skaf (MDB), “sem indústria” desde o início dos anos 2.000.

A Folha quis comer a omelete sem quebrar os ovos, qual seja, retratou a situação da periferia e não abordou o centro. Contou histórias de dirigentes federações e confederações menos importantes que se perpetuam no cargo. Entretanto, não se atreveu tocar nas mais vistosas entidades como a própria Fiesp, Fiep, CNI, SENAI, SESC, SENAC, enfim, o sistema S.

Essas organizações patronais há muito viraram um antro de empresários falidos e conhecidos sonegadores de impostos. São parte da elite bancada com dinheiro público, portanto, da preguiçosa burguesia patrimonialista.

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