FMI volta a dar as cartas no Brasil

O Brasil segue dando marcha à ré na história, a ponto de Michel Temer (MDB) resgatar o Fundo Monetário Internacional (FMI). Aos poucos, o órgão subordinado aos norte-americanos vai se soltando e dando opinião sobre política e economia no país.

Fazia ao menos 13 anos que não se falava em FMI no Brasil, desde que o ex-presidente Lula quitou em 2005 o restante da dívida contraída por FHC e livrou os brasileiros das exigências do organismo que impõe aos país em desenvolvimento medidas neoliberais.

O FMI fala que o ambiente eleitoral, ou seja, a democracia, é principal fato desfavorável ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2018. Além disso, apela à vigarice de que a greve dos caminhoneiros em maio para justificar o desastre econômico do golpe materializado por Michel Temer.

Por conta das eleições e dos caminhoneiros, segundo o FMI, o PIB brasileiro crescerá 1,8% este ano ao invés 2,3% na previsão anterior.

Durante o período do golpe, entre 2016 e 2017, a queda do PIB foi de 7%.  

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