O ministro Barroso, por Janio Freitas

O jornalista Janio de Freitas, da Folha, traça um perfil do ministro do STF Luís Roberto Barroso após a votação que proibiu as conduções coercitivas.

“Barroso era visto como minucioso valorizador dos sentidos das leis e do direito, na relação com um regime constitucional e democrático. A posição inesperada por certo lhe rendeu aplausos, mas as críticas negativas não foram em menor número”, relata o colunista sobre o “novo” ministro que pediu para esquecerem o que defendeu ou escreveu no passado.

Depois de o STF declarar inconstitucional as conduções coercitivas, por 6 votos a 5, Janio retrata:

“Logo em seguida, e desde então, Barroso mostrou-se, como ministro, irritadiço e com insinuações sucessivas; como pessoa, esvaziado do humor e da simpatia, suplantados por certa arrogância.” 

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