Temer afirma que não vai controlar os preços dos combustíveis; ou seja, os aumentos continuam na Petrobras

O governo Michel Temer prefere cair a mudar a política de reajustes abusivos da Petrobras, que atrela os aumentos dos combustíveis à variação cambial e à cotação internacional do petróleo. Ou seja, os aumentos continuarão a subir nas bombas.

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Na manhã desta segunda-feira (28), à luz da ineficácia da redução de R$ 0,46 no litro do diesel por 60 dias, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, reconheceu que o governo apresentou uma solução emergencial, de curto prazo, diante de uma crise provocada pela greve dos caminhoneiros.

Apesar de não debelar a crise, o governo repete que não fará nenhum controle de preço. Ou seja, Temer escolheu o lado dos especuladores (acionistas estrangeiros) em detrimento dos consumidores brasileiros.

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A solução mais adequada para resolver o problema seria a demissão de Pedro Parente, presidente da Petrobras, e o fim dos aumentos abusivos da estatal.

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