Pedro Parente, o ministro do “apagão” e do “paradão” neoliberal

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, é um velho conhecido do mundo político. Com sua obsessão neoliberal, durante o governo FHC, levou o Brasil ao apagão no início dos anos 2000. Agora, emprestado para Michel Temer, Parente promove o “paradão” com a greve dos caminhoneiros.

“Em 2001 Parente era ministro de Minas e Energias de FHC e levou o país ao apagão elétrico. Hoje, como presidente da Petrobras, levou o Brasil ao apagão de combustíveis”, recordou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), líder da bancada no Senado.

Parente apagou e agora parou o Brasil. Ele é o responsável, ao lado de Temer, pelos aumentos abusivos nos combustíveis — os mais caros do planeta.

Se quiser sobreviver à crise dos combustíveis, Michel Temer terá de demitir Parente e modificar a política de reajustes da Petrobras, que, desde outubro de 2016, está atrelada ao mercado internacional de petróleo.

O deputado Henrique Fontana (PT-RS) também concorda que o ministro do apagão e do paradão deve ser defenestrado já.

“Pedro Parente foi o Ministro-chefe do apagão elétrico em 2001 e agora é o responsável pelo apagão dos combustíveis! Suas gestões mostram de forma clara o equívoco q é dirigir empresas públicas estratégicas pela lógica neoliberal da maximização do lucro. Sua saída deve ser imediata”, disse o parlamentar gaúcho