Relembre: Os “preparativos” de Richa para o 29 de abril

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Há 3 anos, em 24 de abril de 2015, muitas lideranças e analistas políticos já previam que algo muito trágico poderia acontecer no dia 29 de abril. O então governador Beto Richa (PSBD) e seu secretário de Segurança Fernando Francischini (PSL) já haviam encomendado um aparato policial sem precedentes para garantir a votação do confisco da previdência dos servidores.

Naqueles dias, estavam sendo retomadas as greves em diversas categorias do funcionalismo. Os primeiros a pararem naquele abril foram os professores das universidades públicos. Logo viriam os professores e servidores das escolas de ensino fundamental e médio.

O regime de urgência na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (ALEP) faria com que o projeto do confisco das aposentadorias fosse votado sem debates. Estava quase tudo acontecendo conforme os planos do governo. Quase.

As mobilizações dos últimos dias de abril de 2015 foram algumas das maiores já vistas em nosso Estado. A resistência dos servidores foi exemplar. Mas a ganância do governo em avançar na poupança previdenciário foi maior.

Vamos relembrando essa história em todos os seus detalhes até o dia 29 de abril, em que mais de 200 professores e servidores ficaram feridos no massacre de 29 de abril. Para que nunca mais seja esquecido.

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