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Correios desmentem Jungmann sobre munição que matou Marielle


O ministro da Insegurança Pública, Raul Jungmann (PPS), e o ilegítimo Michel Temer (MDB) devem explicações urgentes ao País. A Superintendência dos Correios na Paraíba desmentiu a versão de que a munição usada para assassinar Marielle Franco (PSoL) e Anderson Gomes teria sido furtada de uma agência da empresa.

Segundo a balística, a munição era de um lote adquirido pela Polícia Federal em Brasília no ano de 2006. Balas do mesmo lote já apareceram em uma chacina ocorrida em São Paulo.

“A Superintendência dos Correios na Paraíba não tem conhecimento sobre o suposto furto de carga pertencente à Polícia Federal. Estamos disponíveis para fazer tudo que estiver ao nosso alcance para ajudar a elucidar esse crime, na parte que nos couber”, afirmou a assessoria de comunicação dos Correios.

Resta agora saber de onde o ministro da Insegurança tirou essa informação. Ele deveria ter tido, pelo menos, o cuidado de “combinar com os russos”, como diria Garrincha. O desmentido só comprova o nível de desacerto que representa esse “governo” e a trapalhada trágica da intervenção militar no Rio de Janeiro. Ou pior, estariam tentando acobertar alguém?

Com informações do Congresso em Foco.

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