Beija-Flor repetiu a narrativa da Globo

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A Beija-Flor é a escola preferida da Globo para este Carnaval, pois ela apresentou na Sapucaí a mesma narrativa da emissora acerca das chagas que castigam o país do golpe de Estado.

A escola de Nilópolis trabalhou na Avenida as marcações “corrupção”, “violência”, “desigualdade social” e “intolerância” que fazem o Brasil monstruoso — um ‘Frankenstein’ –, portanto “genérico” tal qual foi a apresentação da Beija-Flor.

Ao abordar os fetiches da Globo e dos fantoches — detonados na noite anterior de desfiles — a Beija-Flor tentou jogar para o senso comum o seu samba-enredo. Afinal, quem em sã consciência seria a favor da corrupção?

Pareceu que Beija-Flor deu “Crt C + Crt V” (copiou) as pautas diárias da TV Globo.

A Paraíso do Tuiuti que desfilou domingo na Sapucaí foi mais completa porque meteu o dedo no golpe, denunciou a escravidão com a reforma trabalhista e apontou Michel Temer como o Vampirão Neoliberal.

Palpite do Blog do Esmael: “Vai dar PT” no Carnaval do Rio, apesar da torcida contrária da emissora dos Marinho.